terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

DIA 24 ENSINANDO UNS AOS OUTROS

Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Cl 3.16

Todos somos professores da fé.
Podemos ser professores bons ou ruins, mas o fato é que somos mestres. Todos os dias – esperamos -, somos modelo de comportamento bíblico e respondemos com atitudes semelhantes ás de Cristo. A Bíblia vê-nos como professores e encorajadores no papel de ensinar uns aos outros. Paulo, quando escreveu a um grupo de cristãos comuns declarou: “Meus irmãos, eu mesmo estou convencido de que vocês estão cheios de bondade e plenamente instruídos, sendo capazes de aconselharem-se uns aos outros” (Romanos 15.14).
Muitos carregam o mito de que apenas as pessoas que têm dom e são profissionais sabem ensinar, mas nada poderia estar mais afastado de verdade. Cada um de nós tem algo a oferecer aos amigos e ao pequeno grupo. Quando compartilhamos pensamentos sobre um texto bíblico, quando aconselhamos com base em nossas experiências, quando convidamos o grupo para orar numa hora de crise, estamos ensinando.
Ensinar envolve mais do que explicar uma história bíblica ou um principio teológico; também ensinamos quando ajudamos uns aos outros a amar o cônjuge, tomar decisões, manter pensamentos puros ou sair de dívidas.
Paulo diz que devemos aconselhar uns aos outros. Isso significa ser aprendizes, ouvintes do que outros cristãos têm a dizer quando contam sobre o trabalho de Deus em suas vidas, e observar uns aos outros para ver como “Cristo em vocês” funciona em outro ser humano (Cl 1.27).
A Bíblia afirma que o rei Salomão foi o homem mais sábio que já existiu. Ele disse que aprender com os amigos é de vital importância (Provérbios 12.15). Salomão escreveu em Provérbios 15.22: “Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem-sucedidos quando há muitos conselheiros”.
No versículo destacado hoje, Paulo faz um esboço de como podemos ensinar e aprender uns com os outros:
§  Deixem as palavras de Cristo habitar em seu coração – devemos conhecer a Palavra de Deus antes de tentar ensiná-la. Quando ouvimos, lemos, estudamos e memorizamos as palavras de Cristo e meditamos nela, estamos colocando-as em nosso coração. Isso nos torna mais sábios e nos dá o conhecimento necessário para que possamos nos ensinar mutuamente (Romanos 15.14).
§  Usem a Palavra de Deus para ensinar e aconselhar uns aos outros – o que temos de passar aos outros é mais do que simples experiências ou conhecimento humano. Toda vez que Paulo escreveu para alguma igreja, desafiou os cristãos a ensinar e encorajar uns aos outros com a verdade de Deus. Frequentemente buscamos a sabedoria convencional do mundo quando queremos respostas. Contudo, é o mundo que precisa desesperadamente da sabedoria espiritual encontrada na Palavra de Deus.
Naturalmente, uma vez que tenhamos aprendido com a sabedoria de Deus, precisamos aplicá-la corretamente em nossa vida, mantendo-nos firmes, sem relaxar: “Apegue-se à instrução, não abandone; guarde-a bem, pois dela depende sua vida” (Provérbios 4.13).

Seu Grupo de Relacionamento tem uma excelente oportunidade para que todos os seus componentes desenvolvam habilidades de líderes e professores. Vocês devem revezar-se no preparado da reunião e liderança do estudo em cada semana. Isso ajudará e incentivará cada membro a crescer em sua fé e dons. A Bíblia diz: “Se vier uma revelação a alguém que está sentado, cale-se o primeiro. Pois vocês todos podem profetizar, cada um por sua vez, de forma que todos sejam instruídos e encorajados” (1 Co 14.30,31).
Em GR´S, os relacionamentos não são mera coincidência. Não foi por acaso que Deus colocou você nesse grupo em particular para estudar durante 40 dias a respeito de comunhão. Há coisas que seu grupo aprenderá somente com você e outras que você aprenderá somente com as pessoas que o compõem. Que privilegio incrível! O Deus do universo o escolheu para participar da vida de seus amigos, bem como providenciou que eles fossem capazes de participar da sua.

PARA PENSAR E AGIR:
Todos somos professores da fé.
Quais as lições que Deus tem ensinado a você ultimamente que podem ser compartilhadas com seu Grupo de Relacionamentos?


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

DIA 23 - ENCORAJANDO UNS AOS OUTROS

Por isso, exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês
 estão fazendo. I Tessalonicenses 5.11

Temos o poder de dar a vida ou tirá-la.
Muitas mensagens que recebemos em nosso mundo tiram a vida. Ouvimos coisas do tipo: “Você não é competente; Não é magro o suficiente; Você é lento demais; Você não é bom o suficiente”. A Bíblia diz em Pv 18.21: “ A Língua tem poder sobre a vida e sobre a morte; os que gostam de usá-la comerão do seu fruto”.
Numa sociedade em que pessoas são atacadas e derrotadas, podemos propor algo para contrabalançar a negatividade. Temos o poder de dar vida quando dizemos uns aos outros: “Você é importante para mim. Sua vida tem valor e propósito. Deus o ama e você tem um valor imenso para ele.” Nossas palavras podem ser a única fonte de encorajamento que determinadas pessoas ouvirão durante seu dia. Podemos ser a voz da graça de Deus, ajudando com palavras encorajadoras (Rm 14.9).
Em Lucas 13 há um exemplo: Jesus curou uma mulher que não conseguia endireitar o corpo há dezoito anos. Quando os líderes da sinagoga o questionaram por realizar uma cura no sábado, Jesus respondeu-lhes que estava libertando uma “filha de Abraão” dos laços de Satanás. Ele não a descreveu como uma mulher velha e aleijada, mas como uma filha honrada da nação judaica. Mais importante que isso, ele considerou a necessidade desesperadora  dela – sua condição física e espiritual – prioridade em sua rotina naquele dia.
Você pode imaginar que bênção imensa essas palavras foram para os que as ouviram? Jesus a curou fisicamente, mas também a edificou. Ela era uma filha de Abraão, amada, digna de atenção e significante o suficiente para ser imediatamente ajudada.
No Novo Testamento, a palavra “encorajamento” representa sempre a ideia de “acompanhar, andar ao lado”. Devemos andar ao lado, acompanhar uns aos outros, “edificando-nos mutuamente”, da mesma forma que nosso Santo Encorajador anda conosco e nos ensina, fazendo-nos lembrar dos caminhos de Jesus (João 14.26).
Tornamo-nos encorajadores quando passamos a olhar para cima e para fora. Tudo o que temos a fazer é perceber ao nosso redor aqueles que estão em necessidade – as oportunidades de encorajamento estão em toda parte. “Cada um de nós deve agradar ao seu próximo para o bem dele, a fim de edificá-lo” (Romanos 15.2).
E então? Durante esta semana você realmente será uma fonte de encorajamento aqueles que estão à sua volta? Faça uma escolha: levante o ânimo de uma pessoa, mude a atmosfera em seu escritório ou torne mais leve o fardo de alguém em seu Grupo de Relacionamentos. A Bíblia diz que devemos ser “sempre bondosos uns para com os outros e para com todos” ( I Tessalonicenses 5.15).
O melhor lugar para começarmos é em nosso Grupo de Relacionamentos, com o qual nos reunimos para edificação mútua. Como no fortalecimento dos músculos, fortalecemos uns aos outros quando exercitamos nossa capacidade de escolha no encorajamento. Veja alguns passos que você pode dar desde já:

§  Assuma o compromisso de encorajar – a partir de hoje a tome a decisão: “Vou edificar as pessoas ao meu redor!”. Você pode imaginar o impacto disso? O significado do nome do companheiro de Paulo, Barnabé, é, literalmente “encorajador”. Que tipo de influência você poderá exercer ao se comprometer a ser um encorajador?
§  Valorize as outras pessoas – vimos até aqui, repetidas vezes, que as pessoas são valiosas para Deus. Se têm valor para ele, devem ser preciosas para nós também. Um encorajador trabalha com afinco para extrair das pessoas o melhor.
§  Concentre-se no que realmente é importante – quando Jesus curou a “filha de Abraão”, focalizou o que realmente importava. Para tornar-se um encorajador, mude suas prioridades, ajuste sua agenda e concentre-se no fato de que pessoas são mais importantes para Deus do que nossos compromissos são para nós.
Que suas conversas estejam permeadas com frases assim: “ Acredito em você...”, “Sou grato a você por...”, “Vejo Deus usando você em minha vida”. Sinta-se encorajado, há uma boa notícia, de grande alegria para todo o povo, e seu nome é Cristo, o Senhor!

PARA PENSAR E AGIR:
Temos poder de dar vida ou tirá-la
O que você pode fazer para tonar-se uma fonte constante de encorajamento?

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Dia 22 - SENDO EXEMPLOS UNS COM OS OUTROS

Irmãos, sigam unidos o meu exemplo e observem os que vivem de acordo 
com o padrão que lhes apresentamos. Filipenses 3.17
Todos precisamos de modelos para amadurecer.
Engana-se quem acredita que depende apenas da Palavra de Deus e da oração para crescer espiritualmente. A verdade é que precisamos uns dos outros. A semelhança do caráter de Cristo é construída com relacionamentos, e não no isolamento. Muitas coisas sobre a vida que Deus deseja que aprendamos nunca alcançaremos sozinhos. Só é possível aprendê-las em comunidade.
Crescemos mais fortes e mais rápido quando convivemos com exemplos que nos servem de modelo de uma vida com propósitos. Paulo compreendia bem a força do padrão quando advertiu: “Sigam unidos o meu exemplo e observem os que vivem de acordo com o padrão que lhes apresentamos” (Fp 3.17). Para crescer, precisamos ver os princípios aplicados na vida prática. Temos de ver com as crenças atuam ao ser traduzidas em comportamento nas situações diárias.
Quando Paulo pretendia implantar uma igreja numa cidade, iniciativa o processo simplesmente morando entre os cidadãos. Ele era uma Bíblia viva, refletindo a vida de Jesus, em quem “ a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós” (Jo 1.14). Paulo viveu a verdade da palavra em sua própria carne e morou entre as pessoas também. Depois de deixar a cidade, podia escrever: “Ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim. E o Deus da paz estará com vocês” (Fp 4.9).
Quem são seus exemplos na caminhada com Cristo? Quem você está observando e o que pode aprender com ele? Ainda há outra questão: você é exemplo para alguém? Provavelmente, no primeiro grau da escola você brincou de “Imagem e ação”. Muitas vezes, como cristãos somos melhores com “imagem” do que com “ação”.
Em nossa cultura atual, o mundo precisa desesperadamente de pessoas que mostrem como amar o cônjuge e ter um casamento duradouro, como se relacionar com os filhos, como dirigir os negócios com integridade, como lidar com conflitos a exemplo de Jesus. Lições que aprendemos com os outros.
Precisamos não apenas de modelos para crescer, como também de mentores, pessoas que estão seguindo Cristo há mais tempo que nós e podem compartilhar suas lições de vida. Provavelmente, você já ouviu falar que é mais sábio aprender com a própria experiência. A vida é muito curta par aprender tudo com experiências próprias! Algumas delas, dolorosas, podem ser evitadas se formos espertos o suficiente para aprender com modelos e mentores em nossa igreja-família.
Pergunte a si mesmo: “Qual tem sido a maior influência positiva de minha vida?”. Normalmente, não é sermão, seminário, aula de escola dominical, mas sim uma pessoa que tem moldado sua vida por meio de seu relacionamento com ela.
Ao olhar para a igreja como criação de Deus, uma família com muitos mentores e modelos para nosso benefício, você não reconhece a sabedoria do Senhor? É por isso que estar ligado a um Grupo de Relacionamentos é crucial para o crescimento espiritual. É uma oportunidade simples de aprender lições uns com os outros.
Hoje tomaremos algumas atitudes sobre questão. Anote os nomes de algumas pessoas de sua igreja e de seu grupo que podem servir de modelo de aprendizado para você. Especifique o que pode ser aprendido com cada uma delas. Essas pessoas não têm de ser perfeitas em tudo para servirem de modelo ou discipulado. Se a perfeição fosse um requisito, somente Jesus poderia nos ajudar.
Para crescer espiritualmente, você também deve estar pronto para ser modelo ou menos de outras pessoas. Talvez isso o assuste, mas o único requisito é você estar somente um passo à frente daquele que você vai discipular. As pessoas não esperam perfeição – já sabem que você não é perfeito. O que querem é sua honestidade! Então, deixe que vejam suas lutas e não apenas suas vitórias. Normalmente crescemos observando a fraqueza dos outros mais do que seus pontos fortes.

PARA PENSAR E AGIR:
Todos precisamos de modelos para amadurecer.
Quem serão os modelos e discipuladores para o meu crescimento espiritual? A quem estou disposto a servir de modelo?


sábado, 22 de fevereiro de 2020

Dia 21 - Sendo honestos uns com os outros.

Portanto, cadê um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo. Efésios 4.25
A honestidade fortalece a comunhão.
A honestidade aprofunda nossos relacionamentos, permitindo que sejamos transparentes uns com os outros (Pv 24.26). Ela mantém nossa comunidade aberta e autêntica, dando-nos liberdade para falar a verdade em amor (Ef 4.15) na medida em que colocamos em prática a vida íntegra (Tito 2.70). 
A honestidade conserva-nos sensíveis à orientação do Espírito Santo (Jo 3.16) e ajuda-nos a lutar com enganos que poderiam corromper nessa vida em Cristo (II Co 10.5).
Ela requer que digamos realmente o que fazemos e vice-versa (Mateus 5.37). Temos de demonstrar em público a mesma honestidade que temos quando sozinhos (Atos 20.20) e ter compromisso com a única verdade (João 14.6).
Não pode mais haver mentiras entre nós. Como novas criaturas em Cristo, fomos tirados de nosso velho eu, e por isso não devemos mais mentir uns aos outros (Colossenses 3.9). O Diabo é o pai da mentira: “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele [...] Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44). As pessoas que se afastam da verdade são pecadores e más (Rm 1.18), mas conhecemos a verdade e ela nos libertou (Jo 8.32).
Há dois tipos de mentiras:
§  Mentira efetiva: fazer uma declaração falsa. A Bíblia diz que devemos “abandonar a mentira e falar a verdade” (Efésios 4.25). Não queremos nos tornar mentirosos como os que mentiram tanto e tão bem por muito tempo que já perderam a capacidade de perceber a verdade (I Tm 4.2) e enxergam-na apenas como uma recordação distante (II Tm 6.5).
§  Mentira por omissão: não dizer toda a verdade, ou fingir-se não ver o engano dos outros. Essas mentiras são características da fala mansa usada na época de Paulo para conseguir acesso ás casas de mulheres instáveis, sobrecarregadas de pecados (II Tm 3.6), com o propósito de tirar vantagem delas. “Quem repreende o próximo obterá por fim mais favor do que aquele que só sabe bajular” (Pv 28.23). Honramos um ao outro quando respondemos com honestidade (Pv 24.26).
Não deve mais existir falsidade entre nós.
“Antes, renunciamos aos procedimentos secretos e vergonhosos; não usamos de engano, em torcemos a palavra de Deus. Ao contrário, mediante a clara exposição da verdade, recomendamo-nos à consciência de todos, diante de Deus” (II Co 4.2).
Não há necessidade de “ler nas entrelinhas, ou procurar por significados ocultos”, porque falamos de forma “franca e sincera” (II Co 1.13).
De fato, temos de destruir “argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e [levar] todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (II Co 10.5).
Por outro lado, a desonestidade pode poluir nossa vida comunitária e dificultar o desenvolvimento da confiança profunda entre nós (Lucas 16.10). Talvez consideremos que, em alguns casos, não manter a palavra seja algo sem importância, mas não cumpri-la trará problemas á congregação. O Novo Testamento registra um incidente na igreja na Galácia quando o apóstolo Pedro não fez o que disse a alguns novos cristãos (Gálatas 2.12). Suas ações ameaçaram a fé da congregação que tinha muitos novos convertidos. Paulo confrontou face a face porque, sem dúvida, ele saíra da linha (Gálatas 2.11).
“Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Filipenses 4.8).
Deus dirá um dia: “... toda língua confessará que sou Deus” (Rm 14.11).

PARA PENSAR E AGIR:
A honestidade fortalece a comunhão
Com qual tentação você tem de luTar mais: mentira efetiva ou mentira por omissão?

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Dia 20 - Sendo pacientes uns com os outros.

... sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor.
Efésios 4.2
Quanto mais compreendemos, mais pacientes nos tornamos.
Quando enxergamos a dor que está por trás da raiva, ou a razão por trás de determinado comportamento, conseguimos ser mais tolerantes com as faltas uns dos outros. A capacidade de ser compreensivo é sinal de paciência (Provérbios 14.29). A Bíblia ensina que: “A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas” (Pv 19.11).
Ao enfrentarmos um desafio à nossa paciência, devemos lembrar de que Deus nunca nos pedirá para sermos mais pacientes do que conseguiríamos. O apóstolo Paulo usa sua própria vida como exemplo quando diz: “ ... para que em mim [...] Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna” (I Tm 1.16). Ao conectarmos nossa paciência à de Cristo, conseguimos ceder mais espaço aos outros; concordamos melhor com a sabedoria que diz que o amor é paciente (I Co 13.4), e que impaciência não é amor.
Precisamos ser pacientes uns com os outros porque Deus criou cada um com capacidades distintas, designando-nos para uma diferente missão na vida. Todos têm histórias diferentes e estamos em estágios diferentes em nossa caminhada espiritual com Jesus. Praticar a paciência eleva suas perspectivas, ajuda-o a ver nossa diversidade como ponto forte e não como sinal de fraqueza.
O apóstolo Paulo escreveu: “Aceitem o que é fraco na fé, sem discutir assuntos controvertidos” (Rm 14.1).
Trabalhem para desenvolver paciência o tempo todo. Qualquer um pode ser paciente quando é conveniente – entretanto, é muito mais difícil ter paciência quando resta pouco tempo para fazer tudo o que é preciso ou quando se comete o mesmo erro pela terceira vez na mesma semana. Ser paciente tem seu preço; temos de abrir mão de nossos compromissos e direitos a fim de receber outros de braços abertos.
Uma das atitudes mais práticas na conquista da verdadeira paciência é aprender a ouvir. Isso significa mais do que somente escutar alguém; trata-se de ouvir cuidadosa e completamente. A Bíblia diz: “Quem responde antes de ouvir comete insensatez e passa vergonha” (Provérbios 18.13). Está bem claro! Quer dizer que não deveríamos concluir nada sobre o que alguém fez, ou sobre o que ouvimos, antes de saber a história toda. Deus nos criou com dois ouvidos e uma só boca, talvez para nos dizer que devemos ouvir duas vezes mais do que falar.
Faça a si mesmo estas perguntas:
§      O que me deixa impaciente?
§      O que minha impaciência demonstra a respeito de minhas prioridades?
§      Como posso compreender melhor as pessoas que me deixam impaciente?
§     Tenho investido tempo para ouvir a história toda?
§      Em que áreas as pessoas têm de ser pacientes comigo?
§     Tenho demonstrado graça aos outros de maneira que gostaria de recebê-la?
Lemos em I Co 13.4: “ O amor é paciente, o amor é bondoso”. Isso quer dizer que ele suporta muitas coisas durante muito tempo. Da próxima vez que sua paciência atingir o limite, lembre-se quão paciente e compreensivo Cristo tem sido com você.

PARA PENSAR E AGIR:
Quando mais compreendemos, mais pacientes nos tornamos.
O que você pode para tornar-se mais paciente com aqueles que estão à sua volta?

VERSÍCULO PARA MEMORIZAR:
... sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor. Ef 4.2


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Dia 19 - Acertando-nos uns com os outros.

Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns aos outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês; antes, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer. I Co 1.10

Parem de querer ter sempre a palavra final.
Em vez disso, tenham como objetivo amar os que discordam de vocês. Lutem pelo e não pela vitória. Jesus disse que o amor sempre vencerá. Ele garantiu isso quando saiu do túmulo.
Quando você se descobrir discutindo com outro cristão, use estas orientações bíblicas:
Deixe a misericórdia guiar suas respostas (Provérbios 3.3-6). Num conflito, a maioria quer apenas o que é justo, mas a abordagem de Deus não se refere à justiça; e sim à graça e misericórdia (Rm 5.8).
Permita que Deus determine qual é a verdade (II Co 13.8). A verdade não é determinada por sua maneira de pensar ou sentir ( 1 João 4.1), nem pela opinião dos outros. É aquilo que Deus fez; ele é a única autoridade para interpretar toda e qualquer situação (II Co 10.5).
Busque a presença de Deus (Mateus 28.20). Satanás quer que acreditemos que estamos sozinhos nessa batalha. Simão Pedro usou palavras violentas, espada, maldições e mentiras na tentativa desesperada de cuidar de si mesmo. Ele lutou como um homem separado de Deus (Mateus 26.25). O exemplo que devemos seguir, no entendo, é o do jovem pastor Davi, que acreditou pertencer ao Senhor a batalha ( I Sm 17.47).
Apoie-se na mente de cristo (I Co 2.15,16). A Bíblia diz que não devemos nos apoiar em nosso próprio entendimento (Pv 3.5), pois o que parece ser certo a nossos olhos pode estar completamente errado ( Pv 14.12).
Procure a verdadeira fonte do conflito (Ef 6.12). De acordo com a Palavra de Deus não estamos lutando contra pessoas; nosso inimigo verdadeiro é Satanás e suas “forças espirituais do mal nas regiões celestiais”.
Largue as armas humanas (II Co 10.4,5). Quando tentamos suprir nossas necessidades trabalhando independentemente de Deus, temos tendência a usar o que o apóstolo Paulo chamou de armas da carne. São elas: manipulação, fofoca, difamação, ridicularização, ameaças, vergonha, murmuração, decepção e silêncio. Quando as usamos, acabamos num círculo vicioso de retribuir “mal com mal” e isso é o mesmo que tentar lugar com um gambá usando o mau cheiro – todos saem perdendo!
Aprenda a usar as armas espirituais (II Co 10.4). A Bíblia diz que a oração é uma arma forte. Depois que vestimos toda a armadura de Deus, devemos orar “... no Espírito em todas as ocasiões nunca pensarem em orar juntos quando surge uma discussão. Ainda assim, a oração no faz pensar em quem Deus e é de quem somos filhos. Ela leva qualquer discussão a uma perspectiva divina.
O perdão é outra arma espiritual. Seu poder é maior do que qualquer coisa que o inimigo possa usar contra você. Deus ordena que perdoemos os outros da mesma forma como perdoados (Mt 6.12).
Para andarmos juntos, nem sempre temos de concordar em tudo. O versículo de hoje diz: “ ... que concordem uns com os outros no que falam”. Numa orquestra há uma enorme diferença entre o som uníssono e a harmonia. Se todos os músicos tocassem um uníssono o tempo todo, a música ficaria bastante monótona. É a harmonia que cria a beleza da música. São diferentes músicos tocando instrumentos variados e em notas diferentes, mas todos sob a direção de um só maestro. O alvo de cada músico não é tocar mais alto que os outros, nem terminar a peça primeiro. O objetivo é “ que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer”. Quando isso acontece, a música é celestial.
PARA PENSAR E AGIR:
Lute pelo amor e não pela vitória.
Se há um conflito não resolvido entre você e um irmão ou irmã em Cristo, o que você fará para buscar a reconciliação?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Dia 18 - Apoiando uns aos outros.

Quando ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes. I Pe 3.8

Deus nos capacita a amar uns aos outros e tirar o medo de nosso meio.
O medo em nossa comunidade cessa quando amamos e sustentamos uns aos outros de tal forma que cada membro se sente seguro dentro do grupo (I Jo 4.18).Essa segurança permite que revelemos nossa humildade – inclusive nossa alegria, dor, altos e baixos, vitórias e derrotas.
Proporcionamos uns aos outros a mesma segurança incomum que Cristo nos dá – temos liberdade para ser genuínos, tristes, confusos, e mesmo assim, amados. Deus nos desafia criar uma comunidade em que possamos amar de todo coração (I Pe 1.22) e nela viver, mover-se existir (At 17.28).
Deus quer que juntos choremos e celebremos – cuidando de cada um igualmente (I Co 12.25,26), seja confortando, seja confrontando, aquecendo, advertindo, tratando com carinho e desafiando uns aos outros numa atmosfera de apoio e segurança. O Senhor deseja que nos sustentemos com misericórdia e humildade.
Agir com misericórdia é consolar uns aos outros com a consolação que recebemos de Deus (II Co 1.4). Demonstramos misericórdia quando dizemos uns aos outros:
Não há nada de errado em se ter um dia ruim.
Não há nada de errado em estar cansado.
Não há nada de errado em admitir erros.
Não há nada de errado em dizer que seu casamento está com problemas.
Não há nada de errado em confessar vícios.
Não há nada de errado em dizer que está com medo.
Não há nada de errado em querer ficar longe de seu filho pequeno por um dia.
Não há nada de errado de errar em chorar a perda.
Não há nada de errado em ter dúvidas, estar confuso, chorar.
Agir com humildade não é focar na própria indignidade; é preocupar-se em ter comportamento humilde. A humildade deve surgir naturalmente de nosso espírito amoroso, no qual vemos, pelos olhos de Deus, o valor dos outros. Também significa entendermos o valor que temos em Cristo e o nosso propósito único. Dessa maneira, a humildade permite que celebremos o sucesso dos outros, sabendo que Deus abençoa a cada um de nós de modo diverso e em momento diferente, de acordo com nossa necessidade e missão. Demonstramos humildade quando dizemos uns aos outros.
Não há nada de errado em comprar um carro novo.
Não há nada de errado em comemorar super aumento.
Não há nada de errado em alegrar-se por emagrecer oito quilos.
Não há nada de errado em contar que venceu a concorrência nas vendas.
Não há nada de errado em gritar Aleluia porque a presença de Deus em sua vida é tão boa.

Demonstramos misericórdia quando choramos com aqueles que choram. Demonstramos humildade quando nos alegramos com as bênçãos recebidas pelos outros como se fosse nossas.
Apoiar uns aos outros também significa que olhamos para cada um vendo o que podemos ser e não o que aparentamos ser agora. Jesus chamou Pedro de “pedra” quando pescador continuava a agir com impulsividade (Mt 16.18). Deus chamou Gideão de poderoso guerreiro quando ele se escondia dos inimigos (Juízes 6.11,12). Edificamos e encorajamos uns aos outros quando nos vemos em relação aos propósitos e à missão de nossa vida (I Tessalonicenses 5.11).
À medida que buscamos maneiras pelas quais podemos suportar uns aos outros (Romanos 14.19), poderá ser útil lembrar que a palavra suportar literalmente significa emprestar força a. Encontramos força em lugares que nos apoiam lugares que nos sentimos seguros ao sermos nós mesmos. O que seu grupo acha disso?

PARA PENSAR E AGIR
Deus nos capacita a amar uns aos outros e tirar o medo de nosso meio.
A quem você emprestaria força hoje e como ?



terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

DIA 17 - Respeitando uns aos outros

Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios.
Romanos 12.10b

Respeito começa com uma perspectiva divina.
Significa olharmos uns para os outros sob o ponto de vista de Deus, como criaturas eternas (Jo 3.16) escolhidas por ele “... para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para sua maravilhosa luz” (I Pe 2.9), e também olhar uns para os outros como “... herdeiros de Deus e co-herdeiros com cristo” (Ro 8.17).
Respeitar denota constantemente nos lembrarmos de que, em breve, compartilharemos o céu com aqueles que agora estão em nosso grupo de relacionamentos e na igreja – e com os que temos dificuldade de respeitar: “... Deus estruturou o corpo dando maior honra aos membros que dela tinham falta” (1 Coríntios 12.24)
Uma expressiva demonstração de respeito é o simples ouvir. Fazemos-nos presentes e abrimos os ouvidos para escutar os corações feridos e angustiados, os sonhos e desejos mais profundos uns dos outros. O Deus do universo ouve todas as nossas orações; Jesus ouviu aqueles que o rodearam; devemos ouvir nossos irmãos e irmãs em Cristo.
Esse ouvir significa que não nos apressaremos para tentar corrigir os fatos, nem apresentaremos respostas rápidas. Mas que respeitamos os outros o suficiente para deixá-los compartilhar a história toda.
Algumas vezes, tudo o que precisamos é alguém que ouça o que temos no coração. Respeitar significa dizer que confiamos nos outros, em vez de presumir que agirão errado ou não farão melhor do que faríamos (Filipenses 2.3).
Também demonstramos respeito pelo modo como falamos dos outros quando não estão por perto. Nada destrói um relacionamento mais rapidamente do que a fofoca. (Provérbios 16.28). A fim de agirmos com respeito, devemos fazer qualquer coisa para proteger a reputação e a dignidade de nossos irmãos e irmãs em Cristo, em vez de darmos razão à fofoca e espalharmos rumores. A Bíblia ensina que “... o amor perdoa muitíssimo pecados” (I Pe 4.8).
Temos êxito em demonstrar respeito mútuo quando, de fato, procuramos ser:
§  Cuidadosos e não somente sinceros. Ter tato é pensar antes de falar, sabendo que o modo de dizer algo influenciará na recepção da mensagem. A crítica é mais bem recebida quando apresentada como amor. Sendo cristãos maduros, devemos sempre falar a verdade, mas dizê-la em amor (Efésios 4.15). Antes de falar francamente com alguém, pergunte-se: “Por que estou dizendo isso? Minhas palavras vão edificar ou derrubar essa pessoa?”. “O falar amável é árvore de vida, mas o falar enganoso esmaga o espírito” (Pv 15.4).
§  Compreensíveis e não exigentes. Respeitamos os outros quando os tratamos de modo como desejamos ser tratados (Lc 6.31). Que comportamento você espera das pessoas que trabalham com você? Que sejam exigentes ou compreensivas? Temos de ter consideração com os sentimentos dos outros e com as pressões que enfrentam: às vezes, não estão se sentindo bem, passaram por um dia difícil etc. A Bíblia diz: “O sábio de coração é considerado prudente; quem fala com equilíbrio promove a instrução” (Pv 16.21). O melhor lugar para praticar o respeito é em nossa casa e pequeno grupo. Frequentemente somos mais bem-educados com pessoas estranha do quem com as que vemos todos os dias.
§  Gentis e não julgadores. Mesmo quando discordamos, devemos ser corteses e respeitosos e nos concentrar primeiramente em nosso comportamento: “Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus. Portanto, deixemos de julgar uns aos outros. Em vez disso, façamos o propósito de não colocar pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão” (Rm 14.12,13).
§  Educados e não rudes. Quando somos tratados rudemente, não precisamos responder no mesmo tom. Como discípulos de Cristo, aprendemos a responder com bondade: “ Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem” (Rm 12.31).
Somente mais uma observação sobre respeito: Deus confia nos pastores e nos líderes espirituais de sua igreja para cuidar de vocês (Hb 13.17). Eles precisam ensinar corretamente a Palavra de Deus confrontam os falsos ensinamentos antes que se espalhem; proclamar o Evangelho aos não-cristãos; orar por todas as pessoas, inclusive por você e por sua família; escolher e treinar novos líderes; e fazer  tudo isso enquanto servem de exemplo do que significa ser discípulo de Jesus (I e II Timóteo; Tito).
Nem todos conseguem facilmente ter tato, ser compreensivos, gentis e bem-educados. Mas é necessário que sejam. Quando for fazer as anotações em seu diário, hoje, pense sobre essas coisas e peça a Deus que o fortaleça através do Espírito Santo para capacitá-lo a “... promover tudo quanto conduz à paz e à edificação mútua” (Rm 14.19).

PARA PENSAR E AGIR:
O respeito começa com uma perspectiva divina.
Qual das maneiras de demonstrar respeito aos outros representa maior desafio para você?


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Dia 16 - Comprometendo-nos uns com os outros.

... esforcemo-nos em promover tudo quanto conduz à paz 
e à edificação mútua. Ro 14.19
Comunidade de forma por meio de compromisso.
Numa comunidade cristã saudável, todos se comprometem a amar uns aos outros, trabalhar juntos e manter-se unidos. A Bíblia diz: “O fruto da justiça, semeia-se em paz para os pacificadores” (Tg 3.18).
Isso ultrapassa a superficialidade, pois abandona a abordagem “cada um por si” e alcança boa convivência com os outros. Significa que valorizamos cada indivíduo de nosso pequeno grupo, pois entendemos que cada um foi criado por Deus e é recipiente de sua graça, que assumimos um compromisso de realmente participar da vida um do outro, pois fomos “... chamados para viver em paz, como membros de um só corpo.” (Co 3.15).
Deus nos criou para esse tipo de compromisso; ele está comprometido conosco e espera que nos comprometamos com ele e uns com os outros (2 Co 8.5). É plano de deus que definamos nossa vida por meio de compromissos: casamentos, filhos, trabalho, igreja.
Construir uma comunidade comprometida leva tempo: temos de conviver além de encontros semanais e fazer de “uns aos outros” uma prioridade – compartilhando a vida enquanto tomamos um cafezinho, depois do trabalho, num campo de futebol, no hospital; avançar numa amizade superficial e tornar-se “amigo mais apegado que um irmão” (Pv 18.24). Devemos focalizar a qualidade de nossos relacionamentos e não a quantidade. Não precisamos ter muitos amigos nessa vida, mas alguns poucos e bons.
Comprometer-se significa:
§  Amar, não importa o que aconteça. Devemos amar e apoiar uns aos outros continuamente e não apenas quando for conveniente (Pvs 17.17); devemos amar todas as pessoas, mesmo quando errarem, e não apenas quando as consideramos amáveis (Rm 5.8).
§  Estar presente. Um sinal básico de compromisso é simplesmente aparecer. Nossa mera presença é fonte de encorajamento (Hb 10.25), mas estar presente significa também estar ativamente engajado na vida dos outros. Jim Elliot, missionário martirizado, disse certa vez: “Onde quer que estiverem, estejam todos lá”.
§  Auxiliar. Deus deu a cada um habilidades especiais com o propósito de que as compartilhássemos mutuamente: “A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum” (1 Co 12.7). Nossa igreja e nosso pequeno grupo ficam empobrecidos se não usamos liberalmente nossos dons espirituais, visando ao bem comum. Compromisso significa que nos reconhecemos como parte que trabalham juntas num grande corpo (Ro 12.4,5).
Com quem ou com o quê você assumiu compromisso? Você já se aproximou de alguém, que não seu cônjuge, para afirmar: “Quero que saiba que estarei a seu lado para o que der e ver”¿ Já assumiu conscientemente um compromisso com alguém dizendo: “Quero fazer nossa amizade crescer?” Que tal fazer isso em seu grupo re relacionamentos nesta semana?

PARA PENSAR E AGIR:
Comunidade se forma por meio de compromisso.
Se você perguntasse a um amigo próximo com o quê ou com 
quem você está comprometido, o que ele responderia?

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Dia 15 - Admitindo nossas necessidades uns aos outros!

... em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros. Romanos 12.5
Precisamos uns dos outros.
Em 2004, foram divulgadas notícias sobre Jim Sulkers, um morador de Winnipeg, Manitoba (Canadá), que morreu em sua cama e ficou lá durante dois anos antes de algum vizinho descobrir seu corpo. O homem morou ali durante vinte anos, mas ninguém sentiu sua falta.
Por que relutamos tanto em admitir nossas necessidades uns para os outros? Há pelo menos duas fortes razões:
Primeira: nossa cultura exalta o individualismo. Admiramos os independentes, autossuficientes, que parecem viver bem por si sós. Mas a triste verdade é que apesar dessa confiança aparente, normalmente a pessoa é insegura, com um coração cheio de dor. A solidão é a doença mais comum neste mundo, e, ainda assim, continuamos a construir muros em vez de pontes entre nós.
Segunda: somos orgulhosos. Muitas pessoas, especialmente os homens, sentem que pedir ajuda ou expressar uma necessidade é sinal de fraqueza. Mas não há nada de vergonhoso no fato de precisarmos dos outros. Deus nos formou assim! Ele quer que seus filhos dependam uns dos outros.
Estudando Uma Vida com Propósitos (Vida, 1998), aprendemos que Deus planejou que desfrutássemos a vida juntos. (Se você ainda não leu esse livro, é importante que o faça). Fomos moldados para relacionamentos dentro da família de Deus e criados para uma vida em comunidade. Não é da vontade dele atravessar a vida, sozinhos. Mesmo no ambiente perfeito do jardim do Éden, disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2.18).
Deus odeia a solidão. Isso não significa que todos têm de se casar. Significa, sim, que precisamos de uma família espiritual e é por isso que ele criou a Igreja. Quando Deus o salvou e o adotou para ser de sua família, entrelaçou sua vida à de outros cristãos. Você não é somente um cristão, você pertence a alguém. “... vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo” (1 Co 12.27).
A palavra corpo é frequentemente usada para descrever um grupo de pessoas ligadas por um propósito. Na escola, você faz parte do corpo de estudantes. Os políticos eleitos formam o corpo legislativo. Mas quando Deus chama a igreja de “corpo de Cristo”, tem o corpo humano em mente, onde cada parte é interligada e interdependente: “assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros” (Romanos 12.5).
Como partes de um corpo vivo, é impossível para o cristão manter a vida sem os outros. Portanto, “ O olho não pode dizer à mão: ‘Não preciso de você!’. Nem a cabeça pode dizer aos pés: ‘Não preciso de vocês!’” (1 Co 12.21).
Você precisa estar em comunhão com uma igreja para sobreviver espiritualmente. Mais do que isso, você precisa fazer parte de um pequeno grupo de pessoas, no qual poderá amar e ser amado, servir e ser servido, compartilhar o que está aprendendo e aprender com os outros. Você não consegue fazer isso tudo em meio a uma multidão.
Porque fomos chamados por Deus para ter comunhão juntos, durante esta semana veremos como construir um sendo de comunidade com irmãos e irmãs, na família de Deus. O primeiro passo é admitir que precisamos uns dos outros, como se nossa vida espiritual dependesse dos outros – porque depende.
“Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios” (Rm 12.10). Viver em comunidade requer humildade. Precisamos nos lembrar continuamente de que pertencemos um ao outro e precisamos uns dos outros. Decore Romanos 12.5. Vai ajudá-lo a lembrar-se disso.

PARA PENSAR E AGIR:
Preciso dos outros cristãos e eles precisam de mim.
O que está impedindo você de assumir um compromisso mais profundo com seu pequeno grupo¿

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Dia 14 - Representando Jesus

Tudo o que fizeram, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus, Pai. Colossenses 3.17
... Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Gálatas 2.20
Como cristãos, nosso papel na vida mudou. Não temos mais a responsabilidade de buscar nossos próprios interesses. Nossa tarefa agora é representar os interesses de Jesus. Temos de ser sua face, suas mãos e pés – para agir por ele na vida de outras pessoas. Representamos Jesus no hospital, no funeral, na cerimônia de casamento. Representamos Jesus quando conversamos com um vizinho.
Não somos deste mundo, mas estamos nele. Atuamos como embaixadores de cristo (2 Co 5.14-21). Servimos segundo a vontade do Rei Jesus. Trabalhamos como porta-vozes e servos do Reino de Deus – sempre preparados para explicar a esperança que temos (1 Pd 3.15), e nos lembrando de que este mundo não é o nosso lar (1 Pd 2.11).
Alcançamos os que creem vivendo de tal forma que os faça perguntar sobre o Rei que representamos. Como embaixadores de Cristo, esforçamo-nos pare entender a cultura a fim de poder traduzir a mensagem de Jesus para que compreendam os mandamentos e as diretrizes da sua graça.
Nosso trabalho é mais do que um simples emprego; é nosso mais alto chamado. Contudo, para sermos embaixadores fiéis, temos de tomar uma decisão muito importante, porém simples: queremos impressionar ou influenciar os não-cristãos¿ Se nosso objetivo é impressioná-los, então, podemos fazê-lo à distância, mas isso talvez acabe os distanciando também o Reino de Deus. Se queremos influenciar aqueles que ainda não creem em Jesus, temos de nos aproximar o suficiente par que vejam nossos erros e fragilidades, e isso também será o meio pelo qual verão nossa fé como algo real e necessário.
Você acha que Deus quer impressionar os não-cristãos ou influenciá-los¿
Veja algumas sugestões de como expandir sua influencia como representa de Jesus:
§  Sorria. A Bíblia diz que um olhar amigável traz alegria ao coração (Pv 15.30). Você pode influenciar com um simples sorriso.
§  Seja simpático. Forneça apoio emocional e incentivo ás pessoas estressadas. “[Deus] nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus a, possamos consolar os que estão passando por tribulações” (2 Co 1.4)
§  Sirva. Quanto mais você servir em amor aos outros, mais os influenciará. O apostolo Paulo escreveu: “... embora seja livre de todos, fiz-me escravo de todos, para ganhar o maior número possível de pessoas” (1 Co 9.19).
§  Fale. Ser representante de Cristo requer coragem; temos de fazer as pessoas saberem no que cremos. Seu amor não apenas nos constrange a explicar nossa fé, como também, algumas vezes, nos leva a confrontar o mau comportamento dos outro. “Assim o digam os que o Senhor resgatou, os que livrou das mãos do adversário” (Sl 107.2).
§  Sacrifique-se. “quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus purificará a nossa consciência de atos que levam à morte para que sirvamos ao Deus vivo!” (Hb 9.14). Grandes sacrifícios equivalem a grande influência. Isso significa que sua influência só aumentará quando você sair da zona de conforto. Se seus sacrifícios podem mudar o mundo, não é compensador?
Faça esta oração hoje: “Deus, eu quer seu representante.  Quero que o Senhor use minha vida para influenciar todas as pessoas com quem eu tiver contato hoje. Quero mostrar a profundeza e a amplitude de seu amor”.

VERSÍCULO PARA MEMORIZAR:
Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, 
dando por meio dele graças a Deus Pai. Co 3.17

PARA PENSAR E AGIR:
Não vivemos mais, mas Cristo vive em nós.
Como você pode ser um representante fiel de Jesus no mundo hoje?

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Dia 13 - Ajudando de maneira prática

Filhinho, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.
1 João 3.18
Pessoas sabem que as amamos quando demonstramos.
Jesus parou. Parou quando as pessoas precisavam de ajuda, conforto, proteção e respostas às suas perplexidades divinas para mostrar o amor de Deus aos que estavam em necessidade desesperadora.
Sua atitude com relação ao amor é: primeiro mostre, depois fale. Ele definiu amor como ir ao encontro das necessidades. Quando as pessoas eram tocadas por ele, diziam: ”Um grande profeta se levantou entre nós” e “Deus interveio em favor do seu povo” (Lc 7.16).
Jesus expressou seu amor por meio de ações. Ele nos chamou para sermos ativos, mas nunca desejou que ficássemos tão ocupados em salvar o mundo que ignorássemos as interrupções daqueles que estão precisando. Como o Bom Samaritano, Jesus nos quer prontos a deixar nossos compromissos a fim de ajudar alguém necessitado (Lucas 10.25-37). A Bíblia diz: “Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus?” (1 Jo 3.17).
Jesus demonstrou que fé e serviço andam juntos. Quando a mulher de má reputação ungiu seus pés com um perfume caro e os lavou com suas lágrimas, enxugando-os com os cabelos, Jesus lhe disse: “Sua fé a salvou; vá em paz” (Lc 7.50).Serviço era um reflexo de sua fé em Deus.
Quando os discípulos de João Batista perguntaram a Jesus se ele era realmente o Cristo, sua resposta apontou para seu trabalho:
“Voltem e anunciem a João o que vocês viram e ouviram: os cegos veem, os aleijados andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitado e as boas novas são pregadas aos pobres” (Lc 7.22).
Como Tiago mais tarde ensinou, devemos ser praticantes da Palavra e não somente ouvintes:
De que adianta, meu irmão, alguém dizer que tem fé, se não tem obras¿ Acaso a fé pode salvá-lo? Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas e do alimento de cada dia e uma de vocês lhes disser: “Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se”, sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras está morta (Tiago 2.14-17).
Por outro lado, amputamos o corpo de Cristo, cortamos seus braços e pernas de forma a restar apenas uma grande boca: “Que coisa esquisita seria um corpo, se tivesse um único membro!”
(1 Co 12.19). Francisco de Assis escreveu: “Preguem o evangelho. Se necessário, usem palavras”.
Ao demonstrar nosso amor, nenhuma tarefa deve ser considerada menor. Jesus especializou-se em serviços que muitas pessoas tentavam evitar: lavar os pés, ajudar crianças, preparar o café da manhã e servir os leprosos. Nada o rebaixava porque seu trabalho era fruto do amor.
Jesus disse que nossos atos de amor devem ser bem práticos; mesmo oferecer um copo de água no nome dele é um ato de amor (Mt 10.42). Há muitas necessidades no mundo. Talvez você possa satisfazer algumas delas:
§  Ajudar alguém a limpar a casa
§  Tomar conta do filho de um vizinho
§  Levar comida para um preso
§  Cuidar de um doente
§  Começar a perguntar: “Como eu posso servi-lo hoje?”

Nós servimos a Deus quando servirmos aos outros, e servimos melhor juntos (Ec 4.9). Reflita sobre como seu grupo de Relacionamentos pode trabalhar unido para ajudar alguém ao seu redor.
PARA PENSAR E AGIR:
Pessoas sabem que as mesmas quando demonstramos o nosso amor.
Com quem você pode compartilhar o amor de Cristo de maneira prática hoje?

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Construindo amizades!

Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos
Romanos 12.16
Em nome de Cristo nós pedimos a vocês que deixem que Deus
 os transforme de inimigos em amigos dele. 2Corintios 5.20b

Essa é a mensagem que devemos transmitir ao mundo, mas se só temos amigos cristãos ficamos limitados na tarefa de compartilhar as boas-novas. Por outro lado, Jesus entendeu que sua missão era buscar o perdido e por isso fez amizade com aqueles que precisavam ser amigos de Deus.
A Bíblia diz que quando os fariseus viram Jesus em companhia de pessoas sem reputação, perguntaram:
“Por que o mestre de vocês come com publicanos e “pecadores”¿. Ouvindo isso, Jesus disse: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Vão aprender o que significa isso: “Desejo misericórdia, não sacrifício”. “Pois eu não vim chamar justos, mas pecadores.” (Mateus 9.11-13).
Jesus sabia qual era seu propósito e isso o permitiu ficar à vontade em companhia dos não-cristãos. Não se preocupava quando era acusado de ser amigo de pecadores (Lucas 19.7), porque ele estava fazendo exatamente o que o Pai o havia enviado para fazer: persuadir homens e mulheres a se reconciliar com Deus (2 Co 5.20).
Da mesma forma, Jesus quer que sejamos seus representantes, falando aos que ainda estão fora de sua família. Apesar disso, há muitos cristãos tão isolados e desconectados dos não-cristãos que raramente têm uma conversa significativa com um deles. Quanto mais tempo de vida cristã temos, mais nos isolamos dos não-cristãos; e, quanto mais isolados deles, mais incomodados nos sentimos em sua companhia. No fim, não temos mais amizade com quem Jesus quer que alcancemos.
Jesus entende que nosso testemunho aos não-cristãos começa com amizade: conquistamos o direito de compartilhar o evangelho por meio do relacionamento. A questão é: pessoas não se importam com quanto você sabe, até que saibam quanto você se importa. Os não-cristãos, como muitos de nós, estão buscando amizades profundas, verdadeiras e incentivadoras.
O apóstolo Paulo disse que devemos tentar achar um “ponto em comum” com os não-cristãos, para que assim possamos falar de Cristo: “Faço tudo isso por causa do evangelho para ser coparticipante dele” (1 Corintios 9.23). Buscar um ponto em comum expressa uma atitude de amizade, na qual nos concentramos no que é positivo, naqueles afastados da fé.
Quando Jesus começou a falar com a mulher perto do poço (Jo 4.4-26), procurou um ponto em comum em vez de condená-la. Como resultado, ela não apenas se reconciliou com Deus, mas também levou seus amigos e familiares à presença de Jesus. Vemos nesse acontecimento um exemplo de nossa amizade com os não-cristãos requer entendermos as diferenças entre amá-los e amar o que fazem.
Em João 3.16, lemos: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito...”. Fica Claro que Deus ama as pessoas – as pessoas do mundo - , mas isso não é o mesmo que amar os valores do mundo. A Bíblia diz: “ Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1Jo 2.15).
A construção de amizades requer:
§  Cortesia: “O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um” (Colossenses 4.6).
§  Frequência: passe tempo com os não-cristãos a fim de fazer amizade com eles.
§  Autenticidade: “ O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom.” (Romanos 12.9)

PARA PENSAR E AGIR:
Amem as pessoas do mundo, mas não os valores do mundo.
Você tem amizades significativas com não-cristãos?

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Demonstrando aceitação!

Portanto, aceitem-se uns aos outros, da mesma forma que Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus. Romanos 15.7
Devemos aceitar os outros como Jesus nos aceita.
Apesar de tudo o que temos de ruim, Jesus demonstrou “... seu amor por nós [morrendo] em nosso favor quando ainda éramos pecadores” (Romanos 5.8). Ele nos aceita como filhos amados (Efésios 1.5), a despeito de nossa vida desordenada, das motivações impuras e as atitudes irritantes. Sua aceitação não fecha os olhos ao nosso pecado, mas reconhece que somos obra de arte criada por Deus – cada um de nós é único, moldado como filho de Deus, criado para um propósito específico (Efésios 2.10).
Uma das maneiras de demonstrar amor uns aos outros é aceitando-nos mutuamente, como Cristo nos aceita (Romanos 15.7). Isso glorifica a Deus.
O “outro” deve ser também aquele que não crê, pois, mesmo sendo pecador, Cristo morreu por ele: “... como haveria  eu de julgar os de fora da igreja¿” (1 Corintios 5.12). Isso não significa que devemos ignorar o pecado. A rejeição pelos de fora da igreja está baseada em medo e preconceito, porque achamos que ela está baseada em medo e preconceito, porque achamos que eles têm de ser iguais a nós para poderem estar em nossa companhia.
Jesus não temia ser amigo dos não-cristãos (Lucas 19.7). Ele não focalizava o pecado passado, mas a pessoa, como Deus queria que fosse ao criá-la. Jesus entendia que aceitá-la não é o mesmo que aceitar seus pecados. Como se costuma dizer: “Ame o pecador e não o pecado”. Um dos melhores exemplos está na história do Zaqueu, o cobrador de imposto (Lucas 9.1-10). Nesse encontro aprendemos algumas características do tipo de aceitação que Jesus tinha:
Primeiro não importa onde você esteja Jesus irá a seu encontro. Precisamos aceitar os não-cristãos a despeito das circunstâncias em que vivem – olhar para eles como Jesus olha: com amor. Jesus sabe de todas as coisas que já fizeram tudo o que disseram ou pensaram, e ainda os ama e aceita. Devemos agir da mesma forma!
Uma das expressões mais profundas de amor é a aceitação. Demonstramos o amor de Deus aos descrentes quando passamos tempo com eles. O tempo é uma dádiva preciosa porque é algo que não pode ser recuperado. Há pessoas que estão fazendo de tudo para receber atenção, desesperadas por alguém que lhes dedique um pouco de tempo. Precisam saber que Deus se importa com elas e as criou deliberadamente, e para um propósito.
Em segundo lugar, não importa do que as pessoas o têm chamado. Mesmo com todos chamado Zaqueu de pecador, Jesus o chamou pelo nome e estendeu-lhe sua amizade. Essa oferta de amizade mudou o coração de Zaqueu. Jesus quer que façamos o mesmo. O senhor deseja que alcancemos o perdido com amor e aceitação. Quer que o vejamos como ele o vê e o tragamos para os propósitos do Reino de Deus por meio do amor genuíno e da amizade.
Em terceiro lugar, não importa o que você já tenha feito Jesus não rejeitará. Bom comportamento nunca foi pré-requisito para a amizade com Jesus. Ele ama e aceita as pessoas, apesar do que já tenham feito. Jesus está muito mais interessado em nos mudar do que me nos condenar.
Zaqueu deve ter pensado que não era bom o suficiente para convidar Jesus para ir à sua casa, mas Jesus já havia pensado nisso. Não importam quais tenham sido suas ações. Jesus ainda diz: “Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (João 6.37). Jesus não apenas tem um propósito e um plano para sua vida, como também tem um plano e um propósito para aqueles que ainda não creem nele. É por isso que deseja que alcancemos e acolhamos outros na família de Deus.
PARA PENSAR:
Deus quer que aceitemos os outros como Jesus nos aceita.

PARA PENSAR E AGIR:
Quem é a ultima pessoa a sua volta que você esperaria tornar-se cristã?
 Como demonstrar-lhe aceitação e construir uma ponte até Cristo?

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Dia 4 Série Juntos Somos Melhores

Porque isso demonstra que somos salvos
“Sabemos que já passam da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte”. I João 3.14

Amar outros cristãos é evidência de que pertencemos à família de Deus.

Nosso amor por eles é fruto de nossos relacionamentos com Deus, mas é importante entender que nossa relação com o Pai não é estabelecida por isso: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, é isto não de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9)
Pense nisto: Se você não ama os outros, se está preocupado apenas com suas necessidades, então deve questionar se Cristo está realmente em sua vida. Um coração transformado por Deus é um coração que ama.

Para pensar: Se você fosse levado ao tribunal por causa de sua fé, e as expressões de seu amor fossem a única evidência, qual seria o veredicto?

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Dia 3 da Série Juntos Somos Melhores

Porque assim amamos a Deus
“... Pois que não ama seu irmão, aquém vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.” I Jo 4.20

Amamos a Deus quando amamos os outros.

Os cristãos ao nosso redor são importantes para Deus. Portanto, devem ser igualmente importantes para nós. Se dissermos que amamos a Deus, mas não os cristãos, é como se estivéssemos dizendo: “Eu gosto de você, mas não de sua esposa”
A bíblia diz: “Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (I Jo 4.7,8). Se não somos capazes de amar as pessoas sentadas ao nosso lado na igreja, como podemos afirmar que amamos a Deus, que está no céu?
Sabendo que um dia você estará diante de Deus, reflita sobre estas questões:
 Como explicar aqueles momentos em que projetos ou coisas foram mais importantes do que as pessoas?
 Quem são as pessoas com as quais você precisa passar mais tempo? Do que você precisa abrir mão para tornar isso possível? Que sacrifício precisa fazer?

Para pensar: O que sua maneira de amar diz sobre seu amor por Deus?

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Dia 2 da Série Juntos Somos Melhores

Porque é ordem de Deus
“Um novo mandamento lhes dou: Amem‐se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar‐se uns aos outros”. João 13.34

Amar é um ato deliberado.

Deus diz que temos de decidir amar. Devemos amar aos outros cristãos a despeito do que sintamos por ele ou de quão “não amáveis” possam parecer. Não importa a dificuldade, temos de amar, de maneira ativa, consistente e profunda, todo cristão que Deus coloca em nossa vida, congregação e Grupo de Relacionamentos
Amar é um mandamento. A decisão de amar é um ato de obediência. É nosso dever amar (I Jo 4.21)
Amor requer comunidade. Não podemos obedecer o mandamento de Cristo e ficar isolados. Temos que nos conectar aos outros para amá‐los. 
Amor implica em padrões elevados. Jesus disse que temos de ser para os outros o que ele é para nós.
Nosso padrão de amor verdadeiro é que Deus “... nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados [...] visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros” ( I Jo 4.10,11).

Para pensar e agir: Como você pode demonstrar o amor altruísta de Cristo a uma pessoa difícil de ser amada?

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Dia 1 da Série Juntos Somos Melhores

Deus nos colocou na terra para pelo menos 5 razões: Para podermos conhecê‐lo e amá‐lo (adoração), para aprendermos a amar uns aos outros (comunhão), para crescermos a fim de ser semelhantes a Jesus (discipulado), para usarmos nossos talentos em seus serviço (ministério) e para compartilharmos as boas novas da salvação com outros (missões).
Afinal de contas por que estamos aqui? Como igreja Deus nos colocou juntos aqui com os seguintes propósitos:
Juntos temos melhor comunhão! “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. João 13.35 Juntos crescemos melhor! As melhores formas de ajudarmos uns aos outros crescer são: Aceitando (Rm 15.7), encorajando (1 Tess 5.11) e aconselhando (Cl 3.16). Do mesmo modo que um bebê precisa de uma família para crescer você precisa de uma família espiritual a fim de transformar‐se em tudo o que Deus planejou que fosse.
Juntos Servimos melhor! “Completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude” Fl 2.2; “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas” (Ec 4.9)
Juntos adoramos melhor! “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” Mt 18.20
Juntos alcançamos outros! “Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de Cristo, para que assim, quer eu vá e os veja, quer apenas ouça a seu respeito em minha ausência, fique eu sabendo que vocês permanecem firmes num só espírito, lutando unânimes pela fé evangélica. (Fl 1.27) Nos próximos dias tente:
 Decorar os versículos de cada dia.
 Não deixe nem um dia sem ler seu devocionário.
 Anote aquilo que mais lhe chamou atenção.
 Leia todos os textos bíblicos citados no corpo das devocionais.
“Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros”. 1 Jo 4.11
A questão fundamental da vida é aprender a amar.
O propósito de seu tempo na terra não é primordialmente adquirir bens, atingir determinados status, obter sucesso, conhecer a felicidade, isso tudo é secundário. O mais importante é amor e desenvolvimento de relacionamento com Deus e com os outros. Você pode ter sucesso m muitas áreas, mas, se falhar no aprendizado do amor a Deus e às pessoas, terá perdido a principal razão pela qual ele o criou e o colocou neste planeta. Aprender a amar é a lição mais importante. Jesus se referiu
ao amor como o “Maior mandamento” (Mt 22.38). Nada se aproxima dele em importância.
Três alicerces sobre os quais baseamos a vida de amor:
 O amor de Deus por nós é a razão pra amarmos os outros.
 O amor de Deus em nós capacita‐nos a amar os outros.
 O amor de Deus através de nós é o meio de amarmos os outros.
Para pensar: Qual sua expectativa para estes 40 dias de oração, Jejum e comunidade.

Extraído do Guia de Devocionais Juntos Somos Melhores

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Identidade e chamado

A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de 
pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo. - Efésios 3.8

Vale a pena servir a Cristo? Vale a pena abandonar os interesses pessoais em prol da causa do evangelho? E entregar a vida com todos os sonhos e expectativas a Cristo? À luz do Novo Testamento a única resposta é um retumbante SIM! “Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios...” (Ef 3.1).
Paulo está falando sobre isso aqui nos primeiros treze versículos de Efésios 3. Ele tem consciência do seu chamado, das razões pelas quais ele estava preso e da beleza da sua missão. Inclusive, em virtude de os irmãos saberem de suas tribulações, ele tenta consolá-los lembrando-os de que eles foram beneficiados por meio delas: “Portanto, vos peço que não desfaleçais nas minhas tribulações por vós, pois nisso está a vossa glória” (Ef 3.13).
Ninguém consegue viver de forma legítima neste mundo sem essas noções, podemos afirmar que a única visão de mundo capaz de trazer alento e direcionamento às nossas vidas é o evangelho.
A convicção acerca da obra de Cristo em nosso lugar, juntamente com a beleza do chamado ao jugo do Seu senhorio, nos traz a liberdade e a paz que jamais conseguiríamos por meio dos nossos esforços, competências e conquistas.
Uma igreja madura mantém constantemente a visão certa quanto à sua identidade e chamado, pois existirão momentos difíceis em que essas convicções nos manterão firmes em meio às tormentas da dor e do pecado. 

Pai querido, obrigado pelo privilégio de fazermos parte dos Teus planos neste mundo. 
Que a cada dia o Teu Espírito produza em nós a perseverança agradável aos Teus olhos, em nome de Jesus, amém.


Fonte: Devocionário Cristão da Editora cristã Evangélica.

Jejum e Oração abriu a porta!

  “Vá, reúna todos os judeus que estão em Susa e jejue por mim … eu e os meus assistentes jejuaremos como você” (Ester 4:16). A rainha Ester...