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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

A RESTAURAÇÃO MATERIAL SE EFETIVA

Texto baseado no Capítulo 7 de Neemias

I - POR ORDEM NA CASA (7.1-7) 1. (v.1) 
Cada coisa em seu lugar. Cada um tem que cuidar do seu ministério. Os levitas, diferente do que muitos pensam, não eram responsáveis diretos apenas por música no templo, mas também por outras funções: ““porque havia sempre, naquele ofício, quatro porteiros principais, que eram levitas, e tinham a seu cargo as câmaras e os tesouros da Casa de Deus.” (1Cr 9. 26); “Quenanias, chefe dos levitas músicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era perito nisso.” (1Cr 15. 22)” 2. (v.2) – Neemias se cercou de homens de sua confiança, mas acima de tudo, de homens fiéis e tementes a Deus. 3. (v.3) – A vigilância deveria ser total pelos moradores, do por do sol até pela manhã (“até que o sol aqueça”). Israel ainda não estava livre dos opositores, portanto era preciso precaução. Os moradores deviam fazer segurança “em seu posto diante de sua casa”. 4. (v.4) – Uma nota de Neemias em relação às dimensões da cidade e da população. Significa que havia muito trabalho a ser feito porque “as casas não estavam edificadas ainda”. 
II – GENEALOGIA PARA MARCAR 1. (v.5) – “Então o meu Deus me pôs no coração...”. Diferente de muitos líderes, Neemias tomou uma atitude baseada na orientação divina.
Verso 61 – Havia os que não puderam comprovar a nacionalidade Israelita. 
Versos 63 e 64) – No sacerdócio havia os que não puderam comprovar que pertenciam à linhagem sacerdotal. Embora todos participassem igualmente da reconstrução, ficou comprovado que para o sacerdócio não estavam habilitados (“Um sacerdócio puro é essencial se o povo deseja manter um relacionamento correto com o Senhor”) (Cyril J. Barber – Neemias) 
Verso 65 – A atitude do governador: afastou todos até que se apresentasse um sacerdote com Urim e Tumim (Dois objetos utilizados para se conhecer a vontade de Deus Êxodo 20.30). Urim, maldições e Tumim, perfeições. Atos 1.26? 
Versos 66 a 73). Terminada a restauração material, Neemias começou também a espiritual, com a exclusão do sacerdócio todos que não eram da linhagem sacerdotal. 
A partir do exemplo de Neemias muitos colaboraram com a obra com os seus bens. 
Verso 73 - No final capítulo menciona-se que o povo estava instalado em suas cidades.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

OPOSIÇÃO, CRISE ENTRE OS LIDERADOS E A FÉ EM QUEM LIDERA

Texto baseado no Capítulo 4
 I – TEM GENTE QUE SE EMPENHA PELA DESGRAÇA DO OUTRO 
O capítulo quatro começa descrevendo o humor de Sambalate que, ouvindo que o muro estava sendo edificado ardeu em ira (“ficou furioso” - A Mensagem e NBV). Não é difícil encontrarmos pessoas que ficam doentes com o sucesso dos outros. Ainda bem que entre irmãos crentes não existe esse sentimento de inveja. Será que mesmo? 
De Sambalate e de qualquer outro ímpio não estranhamos que isso aconteça. Davi em seus salmos nos dá muitas informações a respeito de seus inimigos. 
Sambalate não só ficou indignado como expôs a outros a sua indignação diante de seus irmãos e do exercito de Samaria. Talvez, não de forma direta, o que ele esperava é alguém se habilitasse para impedir o sucesso de Neemias e dos judeus na reconstrução. Sambalate e Tobias menosprezam os judeus e a obra que estava sendo edificada (v.2,3). 
O propósito deles era desanimar pela intimidação o povo e a sua liderança. 

II – QUANDO A ‘COISA ESTÁ FEIA’, É MELHOR ORAR 
Estando à frente de povo Neemias não podia se deixar vencer pela intriga da oposição; assim, ele prefere orar. 2. Neemias expõe diante de Deus as faltas dos inimigos: “Estamos sendo desprezados” (v.4). Pelo tom de Neemias em todo o capítulo, o que temos que considerar é que a oposição era contra o próprio Deus, que conduzira o líder até Judá para a reconstrução. Desde as primeiras informações contidas em 1.2, Deus estava à frente da obra.
Neemias em sua oração, um tanto pesada, podemos assim dizer, lança sobre Deus o alvo de toda provocação: “Pois te provocaram à ira na presença dos que edificavam” (v.4,5). 
Cyril J. Barber, em seu livro Neemias e a dinâmica da liderança eficaz, diz: “Se tomássemos tempo para dizer ao Senhor as coisas que nos perturbam, não seríamos tentados a mexericar com os outros a respeito dessas coisas”. E ainda, “A reconstrução do muro é projeto de Deus. O reconhecimento disso tira todo o fardo da responsabilidade dos ombros de Neemias”. 
Quando entendemos a quem pertence a obra na qual estamos envolvidos, trabalhamos tranqüilos, pois toda oposição terá que se haver com Aquele que nos comissionou. Assim entendia Neemias. 

III – LIDERAR COM CONFIANÇA DIANTE DAS DIFICULDADES 
Havia muita gente que queria atrapalhar a obra de reconstrução do muro. Os opositores subestimaram os edificadores (v.2), por isso ficaram furiosos quando ouviram que a reparação dos muros de Jerusalém ia avante e que já se começavam a fechar-lhe as brechas (v.7). 
Já que pouco se conseguiu com a zombaria, decidiram atrapalhar, atacando Jerusalém e fazendo confusão (v.8). Mais uma vez queremos dizer: Tem gente que faz de tudo para que o outro não tenha sucesso. A inveja é realmente uma doença! 
Neemias não se deixou levar pelo medo e pelo desânimo; como um líder de visão e que sabia o que queria, levou o povo a orar. Mas não só isso, ele aliou a oração com a ação: "Oramos...pusemos guarda” (v.9). Nós quando saímos de casa oramos para que Deus guarde o nosso lar, mas a previdência manda que fechemos a porta, e deixemos o pitbull solto no quintal. O comentário Moody diz o seguinte: “Naquelas circunstâncias, oração e vigilância foram uma excelente combinação, ligando fé e responsabilidade” (Volume 2, Neemias, pg. 292). 
Por um momento os judeus esmoreceram (v.10,12), pois os inimigos estavam dispostos a acabar com a obra e com os edificadores (v.11). 6. Neemias não entra no desânimo e medo do povo e toma atitudes, criando estratégias (v.13, 14, 16-18). 7. O líder Neemias motiva os seus liderados com palavras de ânimo: “Não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai...” (v.14). Quantas vezes o medo e o desânimo podem subtrair a nossa vitória; se não tivermos alguém do nosso lado para nos animar, fatalmente seremos vencidos. 8. Por um instante podemos ser tomados pelo medo, mas o favor de Deus através da nossa oração de confiança (v.4, 9), faz com que o quadro de desalento e pessimismo de alguns, seja transformado em coragem e disposição para o trabalho (v.15). 

CONCLUSÃO
Queremos destacar as últimas expressões de Neemias no capítulo quatro: “Grande e extensa é a obra...o nosso Deus pelejará por nós”(v.19,20). O envolvimento ‘de corpo e alma’ com a obra, fez com que os edificadores deixassem a comodidade de estar em suas casas (v.23). Que possamos ter essa mesma disposição quando abraçamos as tarefas do Reino.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Oposição

Neemias 4.1-23

Em nossa vida surgem forças externas que não podemos controlar. A maneira como lidamos com estes problemas revela o calibre de nossa liderança sobre nós mesmos e quem está ao nosso redor.
Do ponto de vista interno, Neemias fez tudo o que se podia esperar dele. Contudo, a oposição surgiu de uma fonte que Neemias não podia controlar.
A oposição se manifestou através de ira, indignação, escárnio, zombaria, sarcasmo desprezo, ameaça de violência, tentativa de se incitar confusão, mexericos, intrigas, fofocas, semeando o medo, etc.
Devemos esperar pressões. Aprender a enfrentá-las sem perder nosso equilíbrio emocional, porém leva tempo.

Quando nos propomos a realizar a obra de Deus, a oposição sempre surge. A palavra de Deus nos mostra algumas formas pelas quais devemos lidar com a oposição para vencê-la.

I.) Oração – v. 4, 5, 9
Neemias leva toda a questão perante o Senhor. Retrucar seria começar uma batalha de palavras. Mas orando primeiro, Neemias pôde dar plena vazão ao que sentia. A Oração nos dá oportunidade de conversar com Deus sobre a questão e obter dele nova perspectiva dos nossos problemas. Através da oração, nossa ira e nossos ressentimentos se dissipariam.
Se tomássemos tempo para dizer ao Senhor as coisas que nos perturbam, não seríamos tentados a mexericar com os outros a respeito dessas coisas. A oração é parte imprescindível da sanidade mental.

II.) Animo e foco no trabalho – v. 6
Neemias mantém os construtores ocupados. Enquanto ativos no trabalho, têm pouco tempo para se preocupar com os mexericos dos inimigos.
Como os trabalhadores puderam se manter animados diante de tanta oposição e de tantos motivos para o desânimo? A única resposta:
"Ter otimismo contagioso e determinação a fim de perseverar em face das dificuldades. Precisa irradiar confiança, depender de princípios morais e espirituais e recursos para dar certo mesmo quando ele próprio não está muito certo do resultado” (Montgomery).
A ansiedade nunca tira a tristeza do amanhã; só tira a força do hoje.

III.) Agir; Tomar as devidas precauções; Dispor-se – v. 9,13,14,16-18
No v. 9, mais uma vez Neemias mostra como a fé (oração) e as obras (puseram guardas) andam juntas. Mostra que a oração não é substituto da ação. Neemias tomou as precauções necessárias contra a oposição, ou seja, pôs guardas dia e noite com espadas, lanças e arcos.
No v. 14 o texto diz que Neemias se dispôs. Mesmo em meio a toda a oposição ele teve de encontrar forças para se dispor e continuar lutando.

IV.) Diagnosticar o que está acontecendo – v. 12
O persistente rumor de um ataque iminente desanimou os trabalhadores – v. 10.
Os judeus das cercanias repetidamente insistiam com os que estavam construindo os muros para que deixassem o trabalho e voltassem a seus lares para proteger suas famílias.
Os judeus estavam guardando os muros da cidade, mas não estavam guardando seus ouvidos do que os inimigos diziam. Estavam permitindo, sem perceber, que o inimigo lhes fizesse lavagem cerebral e os enchesse de dúvidas. Não entenderam que quando a dúvida invade a alma, ela leva ao desespero. Quando isso acontece, o fracasso está apenas a uns passos.
Neemias percebe tudo isso e faz um diagnostico do que está acontecendo para poder tomar as medidas necessárias – v. 12-14.

V.) Exortar (encorajar); Lembrar-se do poder de Deus; Buscar razão para continuar – v. 14
Neemias os exortou: “Não os temais..”: depois os levou a lembrar-se do poder de Deus “… lembrai-vos do Senhor, grande e temível …”; finalmente lhes deu uma razão para continuar lutando “pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossas mulheres e vossas casas”.
É necessário saber encorajar e motivar eficazmente aos nossos colaboradores. É um dos fatores importantes na liderança bem sucedida. Precisamos estar em contato com aquetes com quem trabalhamos. É a única forma de combater as influências negativas. Temos de ser acessíveis.
O servo de Deus tem de saber como repreender, encorajar e motivar os outros.

VI.) Manter a fé e Evitar a solidão – v. 19, 20B
Neemias reconheceu que os trabalhadores estavam muito separados uns dos outros. Deu orientações para que quando se ouvisse o som da trombeta, todos acorressem a ter com eles.
A solidão pode ser fatal na liderança. Ver Provérbios 18.1.
Quando estiver em apuros em qualquer área de sua vida, toque a trombeta!
Ele exorta o povo a crer que Deus pelejaria por eles, pois Ele era o dono daquela obra.
A fé cria uma esperança positiva; era a base da confiança de Neemias. Ele tinha a confiança de abe estava fazendo aquilo que Deus queria que fizesse (daí a fé de que Deus pelejaria por eles)! A fé nos dá também um sentido de propósito.

VII.) Perseverar – v. 21 a
O trabalho realizado a cada dia diminui, pois metade da força fica de guarda enquanto a outra metade trabalha. Os operários estão armados. Um tocador de trombeta está próximo a Neemias, pronto para chamar a todos em caso de ataque de surpresa. A despeito de fato de que todas essas precauções fazem com que o trabalho vá mais lento, e também apesar do cansaço pelo trabalho dobrado na guarda noturna, a obra continua!
A perseverança é o verdadeiro teste de capacidade de liderar sua própria vida.
A convicção de chamado que Neemias tinha para aquela obra o ajudou a perseverar.

VIII.) Reorganizar as prioridades e ajustar a estratégia à situação e convocar todos os liderados– v. 21-23
Quando surgia uma situação difícil, Neemias a enfrentava objetivamente. Enfrentava cada nova situação com realismo. O que era necessário fazer para reorganizar as prioridades? Para ajustar-se à situação? Neemias encontrava as respostas a estas questões e as colocava em prática. Identificar-se com os liderados – v. 23
Os liderados viam o exemplo em Neemias e em seus assessores. Ele não mandava os outros fazerem o que tinha de ser feito e apenas ficava olhando. Ele se identificava com os liderados e “colocava a mão na massa”, ou seja, não largava as próprias vestes, não largava as armas e quando conseguia dormir, fazia isso com as armas ao lado!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A fórmula para o Sucesso na liderança!

Base do Texto: Neemias 3.1-32

Enfrentamos um problema ao examinar o capítulo três de Neemias – em função de sua longa lista de nomes, somos tentados a virar a página e continuar a história em Neemias 4. Contudo, este capítulo é um dos mais importantes do livro todo!
Deus delineou no capítulo 3 de Neemias os princípios básicos para o sucesso.
I.) Coordenação
Percebemos isto na repetição das frases “junto a ele” e “ao seu lado”  no capítulo todo.
Cada pessoa sabia onde deveria estar. Sabia também qual era sua responsabilidade e o que se esperava dela.
Fazendo com que cada homem trabalhasse perto de sua própria casa, Neemias facilitou o acesso ao serviço, a alimentação enquanto estivesse trabalhando, e a segurança daqueles que eram mais próximos e mais armados.
Sucesso se escreve com as letras: “t-r-a-b-a-l-h-o-e-m-e-q-u-i-p-e”.
Não foi fácil, mas uma vez conseguido,os resultados foram marcantes.
Não pode haver avanço permanente sem coordenação certa.
A base de toda a liderança eficaz é a coordenação correta das atividades de todos os envolvidos.
II.) Cooperação
Homens de lugares diferentes e de diferentes ocupações trabalharam juntos no muro: sacerdotes (Ne 3.1), ourives, solteiros (3.23), regentes dos dois distritos de Jerusalém. Um dos oficiais, Salum, estava sendo auxiliado por suas filhas. Havia também os homens de Jericó, Tecoa, Gibeom e Mispa, Zanoa e Bete-Haquerém, Bete-Zur e Zelá. Havia tipos diferentes de operários.
Neemias tinha a capacidade de motivar as pessoas a darem não somente de seu tempo, como também darem o que tinham de melhor. Todas estas pessoas trabalharam voluntariamente porque tinham ânimo para o trabalho (Ne 4.6)!
Neemias não conseguiu sucesso total (Ne 3.5), mas não permitiu que a obstinação daqueles diminuísse o seu otimismo. Trabalhou com os que estavam dispostos!
A cooperação obtida por Neemias demonstra até que ponto ele pôde unir tão diversificado grupo. Todos eles tinham um objetivo comum.
III.) Aprovação
Aprovação que Neemias demonstrou para com os obreiros.
Neemias mostra a necessidade de nos interessarmos pessoalmente pelos nossos empregados. Conhecia os nomes, sabia onde trabalhavam e o que faziam. Ele os tratou como pessoas, não como objetos; tinham valor e não estavam lá para serem explorados.
Dar aprovação às pessoas pelos seus esforços honestos é uma das chaves mais valiosas para o sucesso nas relações humanas.
Neemias identificou-se com eles e estava pronto para encorajá-los quando as coisas iam mal.
Neemias sabia que o trabalhador feliz no seu serviço, confiante nos seus superiores e com relações de cooperação com os colegas, espalhará o seu contentamento através de todo o grupo.
Neemias era rápido em notar e apreciar o zelo e o esforço daqueles que trabalhavam com ele. Os tecoítas foram inspirados pelo exemplo de Neemias, mesmo que seus líderes eram contra o que Neemias estava fazendo (Ne 3.5,27).
O reconhecimento dado por um líder aos seus subordinados cria um sentimento de participação, de pertencer. Faz com que se sintam seguros. Este sentimento de segurança é absolutamente essencial quando surgem dificuldades ou as pressões econômicas começam a apertar (ver Neemias 4-6). Ele não permitiu que o tamanho da realização de uma pessoa fizesse com que não percebesse os esforços de outra (Ne 3.13,14).
E quanto a Neemias? Ele não está enumerado entre aqueles que sempre precisam promover-se a fim de ganhar o louvor dos outros. Ele sabia que num empreendimento bem gerenciado um bom líder sempre leva um pouco mais da culpa do que merece e muito menos reconhecimento do que faz jus. Ele estava contente por colocar os outros em foco e sabiamente permaneceu na obscuridade.
IV.) Comunicação
Envolvia a instrução de cada obreiro para que ele soubesse o que fazer e onde fazer, e a delegação de autoridade para que as decisões não precisassem ser sempre referendadas pela direção.
Neemias coordenou suas atividades dividindo o muro em cerca de quarenta grupos diferentes. Assim, pôde supervisionar o trabalho e comunicar-se com uma parte de cada vez. O que era antes uma situação complexa tornou-se relativamente simples quando subdividida.
Havia a delegação de autoridade. Grupos de obreiros tinham chefes de seção (Ne 3.13, 17) e o poder de tomar decisões foi delegado aos líderes de cada grupo. Se assim não fosse, Neemias teria ficado sobrecarregado com decisões triviais e nunca teria conseguido o que conseguiu.

Resumo feito através da leitura do livro “Neemias e a dinâmica da liderança eficaz” de Ciril J. Barber- Ed. Vida.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

LÍDERES E LIDERADOS COM O CORAÇÃO NA OBRA

Texto base: Neemias 3.1-32 

I - LÍDERES, AVANTE! 
Eliasibe, sumo sacerdote, comandou os demais sacerdotes na reedificação do muro. Eliasibe entendeu que o trabalho pesado deveria ser feito também pelos que cuidavam da religião.
Acabaram fazendo o serviço completo: reedificação e consagração. Cada pedaço terminado era dedicado ao Senhor. Quanta alegria em edificar algo para Deus! Essa mesma alegria deve inundar a nossa alma quando tivermos que edificar as nossas casas de oração (Templos).

II – TOMANDO ‘PÉ’ DA SITUAÇÃO 
Neemias se faz acompanhar de algumas pessoas. Ainda não era momento de colocar os planos sobre a mesa. 6. Já havia oposição, então, nada como sair à noite, em segredo; mas o que deveria ser feito, era mais secreto ainda; ele não diz nada sobre o que Deus havia posto em seu coração para fazer em Jerusalém; a obra de reconstrução tinha as indicações de Deus para serem realizadas. 
É possível que os três dias do verso 11 estejam aqui divididos (v.12-15).
As lideranças política, religiosa e judicial de Israel não foram informadas dos planos de Neemias (v.16), sem que ele fizesse um levantamento de tudo que seria preciso fazer. 


III – A OBRA NÃO É DE UM OU DE OUTRO, MAS DE TODOS
Nem sempre entendemos que a obra é de todas as pessoas. Quando alguém pensa em isolar-se para fazer tudo sozinho, o que ele ganha são desgaste e descontentamento; desgaste de si mesmo e descontentamento dos demais, pois o que foi feito, com mais pessoas ajudando, ficaria melhor. Neemias não veio para fazer tudo sozinho, e ele deixa isso bem claro para a liderança em Israel.
Ele abre a visão dos que ali estavam, e talvez estivessem acomodados: “Estais vendo a miséria em que estamos?” (v.17). A visão deve ser ampliada. Líder e liderados devem enxergar as mesmas coisas. 
Além da visão a ação: “Vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém”. “Deixemos de ser opróbrio”. O que pensa a comunidade a respeito de nós, quando passa e não vê a placa da igreja? Será que eles comentam que não estamos regularizados? Deixaremos de ser motivo de zombaria porque a boa mão de Deus está conosco. 
Todos responderam positivamente ao desafio de Neemias: “Disponhamos-nos e edifiquemos”. Isso não foi apenas um momento de emoção; algo que termina depois de sete dias (Os congressos que às vezes participamos; de onde saímos animados, mas logo caímos na rotina); somos informados que eles fortaleceram as mãos para a obra (v.18).

CONCLUSÃO
E quando vêm as oposições, a zombaria e o desprezo (v.19), qual deve ser a atitude do líder? Estando ele convicto da visão e da missão deve responder como Neemias: “O Deus dos céus é quem nos dará êxito” (v.20). Mas aos servos está reservada uma parte no projeto de Deus (Somos cooperadores de Deus, disse Paulo 1ª Cor 3.9): “Nós, seus servos, nos disporemos e reedificaremos”. Detalhe: os que não têm parte nem direito nos negócios de Deus, ficarão fora do projeto. Com certeza, Deus não está disposto a continuar insistindo com um bando de gente que não está a fim de nada. O Reino de Deus não tem espaço para quem gosta de viver desocupado. Parece rude, mas as coisas têm que ser colocadas desta maneira! Que nenhum de nós seja excluído do projeto de reedificação.

terça-feira, 28 de março de 2017

Como Alterar uma Situação Incômoda

Texto: Neemias 2.11-20
Muitos reis de Israel se conformaram com a situação de miséria espiritual em que o povo estava em seus dias, outros não se conformaram e empreenderam reformas religiosas.
Davi não se conformou com as afrontas de Golias contra Deus e contra o exército de Deus (1º Samuel 17.26,32,45-47).
Paulo não se conformou com a idolatria dominante na cidade de Atenas (At 17.16).
Jamais devemos nos conformar com uma situação de miséria (seja na família, nas finanças, no trabalho, no ministério, na vida pessoal, interior, espiritual, etc).
O texto nos mostra alguns passos a serem dados para que uma situação incômoda seja mudada.

I.) Avalie a situação de forma discreta – v. 11-16
Durante 3 dias Neemias examinou a situação: 
a. Inspecionou pessoalmente a situação dos muros e das portas – v. 13-15;
b. Obteve informações;
c. Esteve planejando sua estratégia para a construção do muro (o sucesso baseia-se tanto na força interna quanto na estratégia externa);
d. Avaliando a liderança do povo (a chegada de Neemias a Jerusalém, sem dúvida alguma, perturba a estrutura de poder da cidade);
e. Calculando os recursos necessários;
f. Providenciando para que os canais de comunicação fossem preparados.
Tudo isso foi feito de forma discreta – v. 12, 16. Revelar certos planos de forma antecipada pode comprometer a execução dos mesmos.
Chegará o momento de se revelar os planos e as estratégias, mas durante o momento de avaliação da situação é melhor manter a discrição.

II.) Recrute e motive pessoas interessadas na mudança – v. 17,18
Ninguém faz nada sozinho. Quanto maior o desafio, maior o número de pessoas a serem recrutadas.
“Talento não é tudo. O trabalho em equipe multiplica seu talento” (John Maxwell)
Qual foi a estratégia de Neemias para recrutar as pessoas?
a. Esperou o momento certo;
b. Conscientizou mostrando a realidade, a situação de miséria incômoda do povo e da cidade (v.17 a);
c. Desafiou chamando-os à ação (v. 17 b);
d. Motivou usando um argumento que mexeu com os brios do povo (v. 17 c);
e. Encorajou mostrando como Deus estava à frente deste negócio (v. 18 a). Quer saber o resultado desse encorajamento? Basta ler o verso. 18 b.

III.) Não demore para efetuar as mudanças necessárias: comece agora – v. 18 b; Cap 3 ss.
Se Neemias demorasse as pessoas poderiam desanimar e isso daria tempo para os inimigos se articularem para impedir a obra.
O que o prende? Preconceitos (Sou velho demais, sou vítima de preconceito racial, não tenho estudos)? Golpes da vida? (“Não se pode ir longe se estivermos olhando para o espelho retrovisor”).
“Não espere para começar até que tenha resposta para cada problema. Comece agora, resolva os problemas mais tarde”.

IV.) Posicione-se de forma firme em relação à oposição – v. 19, 20
Os tempos passam, as circunstâncias mudam a tecnologia aumenta, mas os meios de oposição continuam sempre os mesmos: zombaria, desprezo, ridicularização, deboche, insultos, etc.
Resposta firme de Neemias: Nossa confiança está em Deus, nós não vamos desistir e vocês não têm nada a ver conosco, nem com nossa história, nem com nossa cidade e nem com nossa obra (v.20).
Em sua resposta, Neemias foi corajoso e discreto: confronta ousadamente aqueles que tentam atrapalhar o que ele está fazendo, e ao mesmo tempo evita ser levado a uma discussão. Recusa-se ao debate.
com ajuda da leitura do livro “Neemias e a dinâmica da liderança eficaz” de Ciril J. Barber- Ed. Vida.

RECUPERANDO O ÂNIMO Neemias 2.11-20

  1. I – AGUARDAR É PRECISO 
  2. Neemias preferiu aguardar por três dias (v.11)
  3. Três dias foram suficientes para oração, leitura e conhecimento prévio de alguma coisa. 
  4. Não é preciso afobamento para a realização da obra de Deus. Precisamos mesmo é entender que há tempo para tudo.
  5. O que Deus não aceita nos líderes e nos liderados: omissão.

  6. II – TOMANDO ‘PÉ’ DA SITUAÇÃO
  7. Neemias se faz acompanhar de algumas pessoas. Ainda não era momento de colocar os planos sobre a mesa.
  8. Já havia oposição, então, nada como sair à noite, em segredo; mas o que deveria ser feito, era mais secreto ainda; ele não diz nada sobre o que Deus havia posto em seu coração para fazer em Jerusalém; a obra de reconstrução tinha as indicações de Deus para serem realizadas. 
  9. É possível que os três dias do verso 11 estejam aqui divididos (v.12-15). 
  10. As lideranças política, religiosa e judicial de Israel não foram informadas dos planos de Neemias (v.16), sem que ele fizesse um levantamento de tudo que seria preciso fazer. 

  11. III – A OBRA NÃO É DE UM OU DE OUTRO, MAS DE TODOS
  12. Nem sempre entendemos que a obra é de todas as pessoas. Quando alguém pensa em isolar-se para fazer tudo sozinho, o que ele ganha são desgaste e descontentamento; desgaste de si mesmo e descontentamento dos demais, pois o que foi feito, com mais pessoas ajudando, ficaria melhor. 
  13. Neemias não veio para fazer tudo sozinho, e ele deixa isso bem claro para a liderança em Israel. Ele abre a visão dos que ali estavam, e talvez estivessem acomodados: “Estais vendo a miséria em que estamos?” (v.17). A visão deve ser ampliada. Líder e liderados devem enxergar as mesmas coisas. 
  14. Além da visão a ação: “Vinde, pois, reedifiquemos os muros de Jerusalém”. 
  15. “Deixemos de ser opróbrio”. O que pensa a comunidade a respeito de nós, quando passa e não vê a placa da igreja? Será que eles comentam que não estamos regularizados? Deixaremos de ser motivo de zombaria porque a boa mão de Deus está conosco. 
  16. Todos responderam positivamente ao desafio de Neemias: “Disponhamo-nos e edifiquemos”. Isso não foi apenas um momento de emoção; algo que termina depois de sete dias (Os congressos que às vezes participamos; de onde saímos animados, mas logo caímos na rotina); somos informados que eles fortaleceram as mãos para a obra (v.18).

  17. CONCLUSÃO 
  18. E quando vêm as oposições, a zombaria e o desprezo (v.19), qual deve ser a atitude do líder? Estando ele convicto da visão e da missão deve responder como Neemias: “O Deus dos céus é quem nos dará êxito” (v.20). Mas aos servos está reservada uma parte no projeto de Deus (Somos cooperadores de Deus, disse Paulo 1ª Cor 3.9): “Nós, seus servos, nos disporemos e reedificaremos”. Detalhe: os que não têm parte nem direito nos negócios de Deus ficarão fora do projeto. Com certeza, Deus não está disposto a continuar insistindo com em gente que não está a fim de nada. O Reino de Deus não tem espaço para quem gosta de viver desocupado. Parece rude, mas as coisas têm que ser colocadas desta maneira! 
  19. Que nenhum de nós seja excluído do projeto de reedificação.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Meditando ainda em Neemias 2.1-10 - Oração e coragem

  1. I – A ORAÇÃO QUE É COLOCADA EM PRÁTICA 
  2. Após ter orado: “Concede que seja bem sucedido hoje o teu servo e dá-lhe mercê perante este homem” (1.11), Neemias continua com o seu espírito ligado à situação em Jerusalém. 
  3. Ele continuou em suas atividades corriqueiras no palácio: era copeiro do rei (2.1).
  4. Neemias não era mais o mesmo; ele mesmo diz: “Eu nunca estivera triste diante dele” (v.1). A tristeza é um sentimento natural em todas as pessoas. Algumas conseguem administrar melhor certas situações que outras. O problema é que os serviçais deviam estar sempre bem dispostos diante dos reis. 
  5. O rei percebe que algo não vai bem; ele não gostaria que o seu copeiro entrasse em depressão, e dá o diagnóstico: “Tem de ser tristeza do coração” (2.2). O modo não usual de Artaxerxes nos mostra como Neemias era bem considerado pelo rei.
  6. II – TEMOR E CORAGEM ANDANDO JUNTOS 
  7. Vários motivos podiam estar atemorizando Neemias: o fato de deixar-se perceber triste; e também, as coisas que ele propusera dizer ao rei. 
  8. Não tinha como não estar triste (v.3). As coisas estavam ruins e poucas eram as possibilidades naturais. 3. O rei antecipa a Neemias: “Que me pedes agora?” (v.4). Talvez o rei já tenha atendido outros pedidos de Neemias.
  9. Mas Neemias também não esquece que orara ao Senhor (1.11). Então, ele faz uma oração breve, silenciosa e cheia de fé (v.4). O assunto que incomodava Neemias, já havia incomodado o rei (Esdras 4.6-22). 5. Mas Neemias age com muito tato; ele usa algumas expressões que apelam à sensibilidade real: “Se é do agrado do rei, e se o teu servo acha mercê em tua presença” (v.4). Neemias orou, pois sabia que Deus é quem dirige a história, mas nem por isso deixou de usar de sabedoria e sutileza diante do rei. Ele soube colocar as coisas em seus devidos lugares. Todas as decisões partiram do rei. 
  10. III – ORAÇÃO, DISPOSIÇÃO E PLANEJAMENTO
  11. Neemias não só estava orando pela resolução do problema, mas estava disposto a fazer parte da solução.
  12. Quanto tempo ficar fora do palácio? Sei lá meu rei, uns doze anos! (v.6) Ver ainda 5.14 e 13.6. Como Neemias queria achar mercê diante do rei, nada como fazê-lo senhor da situação; ele inclui outros pedidos (v.7,8). 
  13. Como já dissemos, Neemias soube colocar as coisas em seus devidos lugares; ele conhecia o soberano (Artaxerxes) e dependia do Soberano Deus: “E o rei mas deu, porque a boa mão do meu Deus era comigo” (v.8c). 
  14. O rei manda Neemias escoltado para fazer as tratativas com os governadores dalém do Eufrates (v.9). Neemias era recebido com as credenciais da realeza, e ninguém seria maluco de desobedecer ao rei. 
  15. Houve insatisfação naqueles que não queriam o bem dos filhos de Israel (v.10). 
  16. CONCLUSÃO
  17. Neemias coloca a sua oração em ação; se coloca diante do rei, e de modo transparente (estava na sua cara!) conta o que o está incomodando.
  18. Temor e coragem marcaram a vida de Neemias. O temor não fez com que Neemias se omitisse diante das necessidades da sua gente; com coragem ele apela àquele que pode ajudar, e ora Àquele que move os corações. Neemias não fica só na oração palaciana ou no conforto da sua função; ele arregaça as mangas e se coloca na linha de frente. 
  19. Que possamos aprender com Neemias como se faz. 

segunda-feira, 13 de março de 2017

A Maior Força da Terra: a oração!

Introdução ao livro de Neemias - Texto: Neemias 1.1-11
Nos próximos meses nos aprofundaremos no livro de Neemias, saberemos quem ele era, quando e onde viver e o que fazia, afinal temos nas Escrituras Sagradas um Liro com seu nome.

A cidade de Jerusalém havia sido conquistada, destruída e seu povo levado para a Babilônia. Depois de muitos anos no cativeiro, algumas levas de judeus haviam sido autorizadas a voltar a Jerusalém, mas estavam na condição descrita em Ne 1.1-3. É provável que Neemias tenha nascido no cativeiro.
Como copeiro, ele se encontrava em posição singular (era amigo do rei e seu confidente, já que o rei possivelmente era uma pessoa muito solitária devido a temores de intrigas e ameaça constante de assassinato).
Por que Neemias é um personagem de grande destaque nas Escrituras? Por que sua história inspira escritores para escreverem a respeito de princípios de liderança? Por que ele conseguiu em 52 dias fazer algo que pessoas durante 90 anos disseram ser impossível de realizar? Quais os segredos desse homem? Um de seus primeiros segredos é que ele era um homem de oração eficaz!
“A oração eficaz é a maior força da terra”.
O texto (e a oração de Neemias no texto), nos mostram quais os requisitos para uma oração verdadeiramente eficaz”.

I.) Para a oração ser eficaz, deve ser precedida por um conhecimento de uma necessidade
(Versos 1-4)
Jerusalém tinha sido destruída pelos babilônios em 586 a.C. Apesar de repetidas tentativas de reconstruir o muro, a cidade ainda se encontrava em ruínas. Eles tinham perdido sua posição aos olhos de outras nações e tinham perdido seu respeito-próprio. Estavam humilhados!
O conhecimento das condições de seu povo leva Neemias a orar. Ele se importou. Teoricamente não precisava se importar. Estava bem colocado na vida, tinha dado duro para chegar onde chegou e cada um que cuidasse de seus próprios problemas! Mas Neemias não agiu assim. Ele se importou!
Existe alguma área em sua vida, ou em sua família que está em condições tristes, deploráveis, humilhantes? Isso deve levar-nos a orar! Esta é a primeira atitude a ser tomada. Não façamos nada antes de orar, se humilhar, se quebrantar, jejuar!

II.) Para a oração ser eficaz, tem de ser conduzida numa atitude de reverência – (Versos 5, 6)
Muitos hoje não têm a devida reverência ao se dirigirem ao Senhor. Arrogantemente tratam-no como se Ele fosse nosso servo e nós seus senhores. Determinam, dizem que não aceitam e daí por diante. Tomemos cuidado, estamos tratando com o Todo-poderoso.
Note que ele começou com adoração, louvor, passando então à petição.

III.) Para a oração ser eficaz, precisa ser perseverante – (Versos 6)
Quando? “… dia e noite …” 
Neemias levou 4 meses orando, antes de obter a resposta de Deus.
Você tem sido perseverante em orar ou tem desistido e desanimado fácil? – ver Lc 18.1-8

IV.) Para a oração ser eficaz, tem de ser acompanhada de confissão – (Versos. 6b,7)
Neemias crê que a miséria de Jerusalém está relacionada diretamente com o pecado não confessado do povo.
Muitas de nossas situações difíceis (não todas) estão relacionadas a pecados cometidos e muitas vezes ainda não confessados!
É necessário confissão geral (verso 6) e específica (verso 7).
Ele se identifica com o pecado do povo! Ora na primeira pessoa do plural!

V.) Para a oração ser eficaz, precisa basear-se nas promessas de Deus – (Versos 8-10)
A mente de Neemias devia estar saturada (no bom sentido) com a Palavra de Deus, pois ele a conhecia a ponto de fazê-Lo “lembrado” de suas promessas.
Ele pode ter sido criado numa terra cheia de idolatria e servido numa corte pagã cheia de influências negativas, mas isso não fez com que ele deixasse de cultivar sua vida espiritual.
Você conhece as promessas de Deus para a sua vida e especificas para o seu problema? Se não as conhecer, como poderá “lembrá-las” ao Senhor? Como poderá orar eficazmente? Precisamos conhecer a Palavra de Deus!

VI.) Para a oração ser eficaz, temos que compreender a parte que teremos de desempenhar como resposta à nossa própria oração – (Verso 11b)
Muitas vezes, nós somos a resposta às nossas próprias orações! 
Ao orarmos por mais obreiros, nós talvez sejamos a resposta a esta oração; ao orarmos para que as necessidades de alguém sejam supridas, talvez nós sejamos a resposta; ao orarmos para que algo seja feito, talvez nós sejamos a resposta como executores, etc.
Estamos prontos a permitirmos que Deus nos use muitas vezes como a resposta de nossas próprias orações?

Várias citações e ideias do livro “Neemias e a dinâmica da liderança eficaz” de Cyril J. Barber, Editora Vida.

Jejum e Oração abriu a porta!

  “Vá, reúna todos os judeus que estão em Susa e jejue por mim … eu e os meus assistentes jejuaremos como você” (Ester 4:16). A rainha Ester...