“Vá, reúna todos os judeus que estão em Susa e jejue por mim … eu e os meus assistentes jejuaremos como você” (Ester 4:16). A rainha Ester enfrentou uma parede imóvel e a possibilidade de morte por fazer o movimento errado. Em vez de correr para a sala do trono do rei Xerxes, ela se humilhou e entrou na sala do trono de Deus. Ela sabia que a intervenção de Deus era a única esperança.
CEPA
Comunidade Evangélica Pescadores de Almas
sexta-feira, 29 de maio de 2026
quinta-feira, 9 de janeiro de 2025
Josias fez sua escolha!
“Vou ser como ele.”
E já que Josias escolheu Davi, o qual tinha escolhido Deus, coisas começaram a acontecer.
Josias quebrou os ídolos. Derrubou os altares. Ele estava pronto para fazer uma declaração:
O que meus ancestrais ensinaram, eu não ensino. O que eles abraçaram, eu rejeito. Josias havia encontrado o Deus de Davi e fez dEle o seu próprio Deus.
Deus não deixou você à deriva num mar de hereditariedade. Você tem uma escolha no
caminho a seguir. Escolha bem!
Decisão do Rei Josias
Você sabia que a história do Rei Josias aparece em dois livros na Bíblia?
Hoje compartilho com você o que está no livro de II Crônicas
34.8 NCV
“No décimo oitavo ano de Josias como rei, ele enviou Safã… para
reparar o Templo do Senhor, o Deus de Josias”.
Já
ouvimos que enquanto o templo estava sendo reconstruído, um trabalhador
encontrou um pergaminho. Continha as palavras de Deus dadas a Moisés quase mil
anos antes. Josias chorou porque seu povo se afastou tanto de Deus, que sua
Palavra não fazia parte de suas vidas. Ele se posicionou rasgou suas vestes e demonstrou
a Deus o quanto estava triste por seu povo não andar em obediência. Uma
profetisa disse a Josias que, como ele se arrependeu ao ouvir as palavras, sua
nação seria poupada da ira de Deus. Uma geração inteira recebeu graça por causa
da integridade de um homem.
Será
que Deus o colocou na terra por esse motivo? E será que Deus colocou você na
terra para o mesmo? Salve a sua terra.
Adaptado do livro de Max Lucado
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
Ele Refrigera a Alma
Ele Refrigera Minha Alma
Você consegue imaginar, por apenas um momento, como é estar sem esperança? Se você puder, você pode conseguir entender como é para muitas pessoas neste mundo. Para muitas pessoas, a vida é uma selva. Nossas selvas são compostas de matagais de doenças contagiosas, corações partidos e carteiras vazias. As florestas são emolduradas por muros de hospitais e tribunais de divórcio. O que seria necessário para restaurar sua esperança?
Três respostas vêm logo à mente. A primeira seria uma pessoa que conhece a saída, alguém em quem você pode confiar. E dele você precisa de alguma visão, de alguém para levantar seu ânimo. Talvez o mais importante: você precisa de orientação. Se você tiver alguém que pode levá-lo deste lugar para o lugar certo, então você encontrou alguém que pode restaurar sua esperança. Jesus se oferece para fazer isso por você. Ou, para usar as palavras do Rei Davi: “Ele refrigera a minha alma” (Salmo 23:3).
terça-feira, 10 de dezembro de 2024
DEUS REMOVE A AMARGURA
Lembra que ouvimos ontem que Deus remove a amargura?
Pôr isso é que Jesus diz o seguinte: “assim como o Pai perdoou você, você também deve perdoar o outro”. E como é que é esse exercício de perdoar? O exercício de perdoar foi ensinado por Jesus: “Se o teu irmão pecou, você vai lá e faz o que? Repreende-o”. Esta palavra “repreender” significa “trazer à luz”. É abrir o livrinho e dizer: “Fulano, tem aqui uma dívida que você contraiu para comigo, eu quero trazer à luz a sua dívida”. As pessoas precisam saber que nos feriram. As pessoas precisam saber que nos magoaram. Precisam saber que devem, porque algumas nem sabem que devem. E quando nós vamos lá e repreendemos, trazemos à luz a dívida, isso é um bem para a própria pessoa. “Você sabia que está devendo”? “Não, não sabia”. “Pois está, mas eu não vim cobrar, eu vim te perdoar. Acerta lá em cima agora, porque pôr mim eu já rasguei”. Repreender não quer dizer ser ríspido, dar bronca, corrigir, exigir direitos. Repreender é simplesmente trazer à luz, e mostrar que aquela pessoa tem uma questão para resolver com Deus pôr uma coisa que ela fez comigo.
Isso é um bem que fazemos aos outros, além de ser absolutamente terapêutico para nós. O Senhor Jesus diz que seremos libertos da amargura, da mágoa, do ressentimento, quando nós transferirmos o perdão que recebemos de Deus aos outros, e rejeitarmos qualquer ímpeto de cobrança de uma nota que porventura esteja na nossa mão. Você jamais será uma pessoa liberta da amargura enquanto não aceitar o perdão de Deus e oferecer o mesmo perdão aos que feriram você.
Enquanto você não fizer isso, as pessoas que feriram você no passado continuarão a ferir você no presente e no futuro. Uma ferida do passado é uma faca cravada no peito. Enquanto você não perdoa, a faca continua lá. Ela foi posta dez anos atrás. Ela foi posta cinco dias atrás. Ela foi posta um mês atrás. Mas se você não perdoa, não transfere a cobrança da nota para o céu e fica com a nota na mão, a faca continua espetada no peito. A ferida aberta no passado continuará viva no presente e vai continuar enquanto a faca estiver espetada. Enquanto nós não recebemos o perdão de Deus e transferimos, não experimentamos libertação da amargura, da mágoa e do ressentimento.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
DEUS SUBSTITUI A NOSSA TRISTEZA
A ovelha abatida é tão pesada que, quando tomba não levanta mais. Tombou, não levanta mais. Quando a ovelha cai e encharca sua lã, jamais consegue levantar. Uma ovelha abatida é vulnerável a lobos. E mais do que isso, ela começa a se sufocar, sufocar. Perde o ar, esmagada pelo seu próprio peso. E se ficar ali mais um pouquinho ela morre de sufocamento, morre de estrangulamento. As feridas da alma trazem esse sufocamento. Você já passou pôr essa experiência, de suspirar tentando encontrar o ar? Lutar contra uma pressão no seu peito, que você não sabe de onde vem, qual a razão de estar ali, mas que rouba o seu ar. Nesse momento chega o Bom Pastor. Ele começa a fazer massagem nas pernas da ovelha. Ela está ainda abatida, caída. Ele não se apressa em colocá-la de pé. Ele começa a massagear as pernas da ovelha para que volte a circulação. Depois ele vai virando a ovelha, vai virando, vai virando aos pouquinhos, e vai conversando com ela dizendo baixinho: “Levanta, você consegue”. Ele vai conversando com ela como se ela entendesse, quem sabe até entendendo de fato. E ela vai se aprumando, forçando suas próprias energias, arrumando-se nas suas próprias pernas, e o Bom Pastor vai ajudando. A ovelha vai ganhando confiança novamente, não só na mão do Bom Pastor que está com ela, mas nas próprias pernas. Ela vai vendo que recuperou a força, a circulação foi ativada, o sufocamento já foi passando, porque já está numa posição mais confortável. Ela começa a respirar de novo, se fortalecer, fica em pé, e o Bom Pastor fica segurando pôr baixo da barriga da ovelha um tempo, e vai soltando bem devagarzinho, até que ela esteja firme nas suas próprias pernas.
Aí ele passa um óleo na cabeça, “unges a minha cabeça com óleo”, dá um beijinho, uma palmadinha e vai embora. É isso o que diz “Ele refrigera a minha alma”, ele me põe de pé de novo. Quem está ferido na alma não precisa de um manual de autoajuda, precisa é de “alto-ajuda”, ou “ajuda do alto ‟. Precisa do Bom Pastor, o Bom Pastor Refrigera a Alma. (Salmos 23.3a)
quinta-feira, 5 de dezembro de 2024
Alegria!!
Texto bíblico básico: Salmo 28
Nos últimos três domingos tivemos várias mensagens sobre alegria. Nossa alegria pode ter várias causas: encontros com amigos, comunhão na igreja, visitas, viagens com a família, etc. Há, porém, uma diferença entre alegria e contentamento.
Alegria é a manifestação do contentamento. Contentamento é ter satisfação.
Muitas vezes, porém, Deus nos manda algo diferente daquilo que esperamos para ficar contentes.
O Salmo 28 é um dos salmos de Davi e pertence a um conjunto de três: 26 a 28. Davi expressa ali sua confiança em Deus e o prazer a comunhão com ele, mas de repente, no Salmo 28, a situação muda e ele se vê ameaçado.
Na ocasião em que os compôs, Davi estava numa situação angustiante, sob ameaça, e em tais circunstâncias fica difícil viver contente. Como ficamos quando Deus se cala? Davi insiste em obter uma resposta de Deus!
Reproduzimos a seguir alguns pensamentos da autoria de Luciano Subirá, que poderão nos orientar quando estamos em busca de contentamento:
“A dificuldade que temos de não nos contentarmos não é proveniente do fato de ser impossível vivermos com menos, mas de não querermos viver com menos, especialmente quando vemos outros vivendo com mais. Juntamente com a ganância, sempre encontraremos, caminhando de mãos dadas com ela, a inveja!”
“O contentamento não está ligado à falta de condições para uma vida digna; não é uma carência contínua, e sim sabermos esperar até que as circunstâncias mudem. O contentamento não significa uma falta de sonhos ou um comodismo, e sim paciência para darmos um passo de cada vez, sempre do tamanho das nossas pernas; significa não ambicionarmos coisas altivas, mas acomodarmo-nos às humildes.”
O apóstolo Paulo nos passa duas boas receitas para o contentamento:
Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece (Fp 4.12-13).
Não permita que a alegria da sua vida esteja nas bênçãos que Deus pode lhe dar. Nossa alegria deve estar no próprio Senhor, com ou sem as bênçãos que ele pode nos dar.
2) Cultivar a comunhão com os irmãos na fé
Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele (1Co 12.26).
Pr. Kevin Tehlen
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
A Alegria do Espírito
Encontrando Contentamento em Todas as Circunstâncias
“Aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” (Filipenses 4:11-13)
Quem nunca se entusiasmou com a frase: “posso todas as coisas naquele que me fortalece?” Muitos cristãos costumam usar esse versículo como se ele fosse uma palavra positiva e de autoajuda, entretanto, desconhecem o seu verdadeiro sentido.
A epístola de Paulo aos Filipenses é chamada de a “carta da alegria”, pois este tema recebe notável destaque quando cita a palavra “alegria” 16 vezes em seus 4 capítulos. A igreja na cidade de Filipos foi fundada pelo apóstolo em uma de suas viagens missionárias (Atos 16:11-40) em meio a muito sofrimento e perseguição.
Paulo escreveu aos Filipenses para agradecer a ajuda recebida desses generosos irmãos. O surpreendente é que quando ele escreveu não estava em uma viagem de férias, desfrutando de momentos agradáveis, com belas paisagens que o estimularam a escrever sobre a alegria. Pelo contrário, na ocasião ele estava preso em Roma, sofrendo privações há cerca de dois anos.
Antes de escrever “posso todas as coisas naquele que me fortalece”, Paulo foi conduzido pelo Espírito Santo a relatar sua experiência pessoal, revelando aos seus filhos na fé e a nós cristãos dos dias de hoje, uma visão completamente diferente do que o mundo entende sobre a alegria.
Paulo mostra que aprendeu a estar contente em qualquer situação, tanto nas boas como nas ruins. Como apóstolo de Cristo, além das prisões, ele enfrentou açoites, perseguições, apedrejamento, sofreu naufrágios, mudou-se constantemente de um lugar para o outro e precisou fugir daqueles que planejavam a sua morte. Sentiu fadiga, fome, frio e escassez, e sentia uma enorme pressão psicológica e espiritual, preocupando-se com todas as igrejas que havia formado.
Em meio a todo esse processo de aprendizagem ele desenvolveu a habilidade do contentamento em sua vida. Ele praticava a alegria, e essa prática fez dele o grande apóstolo e doutor dos Gentios. A alegria de Paulo não era circunstancial, mas produzida pelo Espírito em seu interior. Ela foi crescendo à medida que ele se rendia mais profundamente no Senhor que o escolheu e o chamou. A comunhão com Cristo lhe dava a certeza de que, independentemente da situação em que ele se encontrava, Deus estava com ele e tinha tudo sob controle. Ele era o seu refúgio, a sua força e o seu consolo.
A felicidade do mundo versus a alegria do Espírito
Todo o ser humano deseja ser feliz, e procura suprir essa necessidade com riquezas, conquistas, posições de destaque, em alguém para amar e ser amado, no corpo esbelto e saudável para ter a autoestima mais elevada. Todas essas coisas são boas se buscadas e desfrutadas de maneira equilibrada.
Mas tudo isso é passageiro, mutável e pode ser perdido a qualquer momento. Pensar na possibilidade da perda não é ser pessimista, mas compreender o fato de que todas as coisas desta vida são temporárias. A Palavra de Deus nos adverte: “no mundo tereis aflições” (João 16:33). Os nossos planos podem ser interrompidos a qualquer momento, as posses podem ser perdidas e todo o curso da vida mudar (cf. Tiago 4:13-16).
A alegria verdadeira tem Jesus como o centro. É uma virtude produzida pelo Espírito Santo na vida da pessoa que vive em plena comunhão com Deus. “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. ” (Gálatas 5:22-23).
A felicidade do mundo é um estado de bem-estar que depende de fatores externos e de tudo estar ocorrendo bem. A alegria do Espírito, pelo contrário, é estar contente mesmo em meio às circunstâncias desfavoráveis. A alegria é uma das qualidades do fruto do Espírito. A questão é: continuaremos felizes se perdermos algo que estimamos? E mais: qual é a verdadeira fonte da nossa alegria?
“O mundo diz que não podemos estar contentes a menos que estejamos felizes. Mas a felicidade que se baseia em acontecimentos e em que acontece em nossa vida está totalmente fora do nosso controle. É por isso que o Espírito Santo no oferece a alegria, uma sensação latente que nos reafirma que Deus está trabalhando em nosso favor!” (Joanna Weaver)
É possível ter essa alegria nos dias de hoje?
Encontramos a resposta no versículo 13: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece. ”
Precisamos dar o primeiro passo ao enfrentar as adversidades desta vida, abrir o nosso coração para Deus reconhecendo que os prazeres deste mundo e nada e ninguém serão capazes de nos tornar felizes de uma forma completa, e que precisamos ser transformadas por Deus para alcançarmos uma plenitude de vida.
Paulo viveu esse processo e foi vitorioso, pois renovava a sua mente através da Palavra (cf. Romanos 12:2). Vivia os propósitos de Deus e não tinha “a sua vida por preciosa” (Atos 20:24), pois o seu coração era desprendido das coisas deste mundo. Ele sabia que as riquezas terrenas eram corruptíveis, e por isso buscava algo maior. Ele venceu, pois tinha como alvo as promessas eternas de Deus. Ele nutria diariamente a visão celestial (cf. Atos 26:19), e isso o fortalecia em todas as situações.
Nós também podemos viver essa plenitude de vida, pois o mesmo Espírito que estava com Paulo naquela época, está conosco. Ele deseja nos conduzir e produzir o fruto da alegria em nossa vida!
Você está disposta a cultivar esse fruto e ser verdadeiramente feliz?
Jejum e Oração abriu a porta!
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