sábado, 14 de maio de 2016

ORAÇÃO PELA FELICIDADE!

Dá-me um coração úmido de humildade, para que as sementes da verdade nunca deixem de dar seu fruto em mim!

Dá-me uma atitude mansa e controlada, para que eu não perca nada da Tua herança!

Concede-me a benção de sentir e de me importar com a vida sempre, para que meu coração ande ininterruptamente consolado até enquanto chora!

Serve meus olhos e coração com pureza no enxergar, no interpretar e nos discernir, para que Tua face não desapareça do meu olhar!

Que a coragem da paz e da pacificação não se esguiem de mim pelas tentações do conforto e da indiferença, para que eu jamais deixe de caminhar como um filho de Deus nos caminhos desta existência de guerras!

Salva-me de satisfazer-me com este mundo de injustiças e iniquidades, antes, concede-me sede do que seja bem e bom para os homens, a fim de que eu jamais perca a fartura do Teu amor como galardão para o meu ser!

Dá-me intrepidez e desassombro nas perseguições que a fome e a sede de justiça fizerem vir sobre minha vida, para que eu não me desligue da nuvem de testemunhas do Teu amor na história dos humanos!

Permite-me jamais fugir da verdade, mesmo ante os piores desconfortos e ameaças, para que eu não perca a amizade de profetas e de anjos!

Enche minha mente com a visão da Tua glória, em todas as circunstâncias, para que em dias maus eu não olhe para baixo, mas sim para o alto, de onde vem a minha salvação!

E quando tudo parecer contrário, dá-me lembrar de que é em contrário a tudo que seja contra o amor que me puseste para caminhar, para que na Tua Vinda eu me erga exultante!

Sim, eu Ti peço que me concedas este caráter, e, desse modo, em todo o tempo e em todas as circunstâncias, não viverei outra vida que não seja a de um filho do Teu amor e da Tua santidade.

Não sou de mim mesmo suficiente para nenhuma dessas coisas, assim, derrama Teu amor, Teu Espírito e Teu Favor sobre mim, para que em tempo algum eu pense que meu caráter possa sustentar os pedidos desta oração!


Em Ti Jesus, meu corpo, alma e espírito aguardam hoje e sempre a Tua salvação!


Extraído do site de Caio Fábio

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Seja Louvado


COMO ME SEDUZISTE?


Por que te amo assim..., Jesus?

Só sei que foi por causa do teu amor por mim!

Agora, tudo me fale de Ti.

Sim, porque criastes todas as coisas, 

todas as coisas agora só me falam de Ti.

E porque sei que me fizestes, hoje tudo em mim só me lembra de Ti, Senhor.

Teu amor, Teu terror, Teu calor, Teu temor, Teu perdão, Teu trovão, Teu refugio, Tua ira, Teu galardão, Tua sentença, Teu poder, Tua singeleza, Teu braço, Tua brisa — sim, tudo se tornou uma só coisa em mim!

Tu és!
Eu sou em Ti!
Tu-eu-eu-Tu!
 (Caio Fábio)

terça-feira, 10 de maio de 2016

Resumo da Palavra de domingo em forma de canção!!!


Nos arredores de Jerusalém
Morava um homem simples muito pobre também
Era adorador em Israel
Um simples Geteu era fiel
Quando a arca foi levada a cidade de Davi
Mas ali ela não ficou
Colocaram na casa de Obede Edom
E em três meses Deus o abençoou

Deus abençoou a sua casa
Deus abençoou sua família
Deus abençoou tudo o que ele tinha
Até o Rei Davi se admirou
Sai da frente que a arca vai passar
Faz reverência que a arca vai chegar
A gloria de Deus está se aproximando
A presença de Deus chegou neste lugar
Quem é adorador comece a adorar
Quem gosta de barulho vai glorificar
O Deus que abençoou a casa de Obede Edom
Está aqui, vai te abençoar

Vai abençoar
Onde não colhia hoje a lavoura vai multiplicar
Onde tinha seca hoje já tem chuva
Vai nascer agora onde eu plantar
Vai abençoar
Está chegando o filho
Que por tanto tempo eu já esperei
Vou cuidar da arca, presença de Deus
Onde ela está, ali estarei

sábado, 7 de maio de 2016

Todo o Tempo com Deus

C. S. Lewis escreveu um livro muito interessante chamado “Cartas do Inferno”. A ideia do livro é que um diabo mais experiente iria ensinar um diabo mais novo como trabalhar na vida de pessoas cristãs e não-cristãs.
Nessas cartas, ele deixa algumas sugestões. Vou citar uma delas, em que o diabo mais velho fala sobre o fato de que uma das pessoas que sofriam a sua atuação havia se convertido: “Não é necessário cairmos em desespero: contam-se às centenas esses convertidos em idade adulta que foram reconquistados depois de uma breve estadia nos arraiais do inimigo [entenda-se Deus] e agora se encontram conosco. Todos os hábitos da vítima, tanto os mentais quanto os fisiológicos ainda estão a nosso favor”.
Se os nossos desejos são deixados à vontade, eles nos levam para longe de Deus. Devemos investir tempo com Ele e depender do Espírito Santo, mas também devemos aprender a mudar. Aprender a dizer “não” para nós mesmos; aprender a fazer morrer o que pertence à nossa natureza terrena e mundana. Ser diligentes, responsáveis e determinados. Talvez essa determinação aconteça na sua vida enquanto você esteja decidido a buscar a Deus, mas você também vai ter que dizer “não” aos maus pensamentos que invadem a sua mente, às oportunidades de pecado que aparecem diariamente em sua vida. Terá que aprender a confiar no Senhor e não no seu próprio entendimento. A verdade é que a vida nesse mundo é complicada, dura, difícil, mas também é atraente e destrutiva. Aprendamos a viver na presença de Deus todos os dias da nossa vida, em todas as oportunidades que tivermos, porque foi para isso que fomos resgatados e é assim que a eternidade será: todo o tempo com Deus.
Como faremos isso? Investindo nosso tempo, tomando atenção para as ferramentas que o arqui-inimigo de Deus sempre usou: mídia impressa e televisiva, tecnologia, mil opções de entretenimento, quando vemos a vida passou e não usamos o tempo que nos foi dado para deixar um legado de amor e vida eterna. Preste atenção no seu tempo, e em como ele tem sido usado. Lembre-se: Você é mordomo do tempo!

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Cinco aspectos essenciais da oração


LUTE PELA SALVAÇÃO DE SEUS FILHOS

“O sangue vos será por sinal das casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós...”
Ex 12.13

O povo de Israel foi oprimido no Egito por longos anos. Seus pés estavam atolados no barro, suas mãos estavam calejadas pelo pesado trabalho e suas costas estavam sangrando pelos cruéis açoites dos algozes. Deus enviou Moisés para libertar seu povo dessa amarga escravidão. Enviou dez pragas para desbancar os deuses do Egito. A última praga foi a morte dos primogênitos. Naquela fatídica noite, a noite da Páscoa, Deus ordenou o povo de Israel a sacrificar um cordeiro sem defeito e colocar o seu sangue nos batentes das portas.

Ao ver o sangue, o anjo da morte, passaria sobre a casa dos israelitas e pouparia os primogênitos. Os primogênitos israelitas foram salvos não pelas suas virtudes, mas pelo sangue do cordeiro. Os pais tomaram todo o cuidado para que, naquela noite, nenhum primogênito ficasse longe do abrigo protetor do sangue. Nós, pais, precisamos de igual forma, lutar pela salvação de nossos filhos. Eles são filhos da promessa. São herança de Deus. Não podemos abrir mão da salvação deles.

Nossos filhos precisam estar debaixo do sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus. Não há salvação em nenhum outro nome, exceto no nome de Jesus. Não há nenhum outro abrigo protetor, exceto o sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. (Extraído do site LPC)


Referência para leitura: Êxodo 12.1-28

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Por ora ou por hora?

Por ora tem significado equivalente a "por enquanto", "neste momento", "por agora".
Ex.: Por ora, não lerei os rasbiscos que fiz no TADEL.
Você me pede um beijo, por ora só posso dar a promessa de dias de fidelidade.
Por hora significa "a cada sessenta minutos", "no intervalo de uma hora".
Ex.: A moto estava a 150 km por hora.
Nesta avenida, trafegam mais de duzentos carros por hora.

Como na primeira vez

Como Na Primeira Vez
Casa de Davi
  
Faz-me morrer pras coisas desse mundo
Faz esquecer das coisas que me afastam de Você
Teu nome é como unguento derramado em minhas feridas
Que me cura e restaura a alegria

Do Teu perdão é tudo que eu preciso
Cura minha alma
Restaura o meu sorriso
E quando Tu chegas fica tudo colorido
Fica tudo colorido

Faz outra vez 
Como na primeira vez

Surpreenda-me de novo, Rei dos reis
Como na primeira vez
Como na primeira vez
Surpreenda-me de novo, Rei dos reis
Como na primeira vez

Só Quando a Presença de Deus Está Sobre Nós é Que Podemos Contemplar, Ver e Compreender a Sua Glória.

Deus manifestava a Sua presença ao povo de Israel no deserto através de uma nuvem. A nuvem era uma manifestação física do compromisso de Deus de estar com o Seu povo. Descia e cobria o tabernáculo dia e noite. Os orientava para todas as iniciativas. Quando a nuvem se movia, eles se moviam; quando parava, eles paravam. Não precisavam organizar reunião das comissões para tentar descobrir as orientações ou o futuro. Eles tinham sua confiança na nuvem visível da presença de Deus.
Hoje, aquela mesma nuvem da Sua presença paira sobre o seu lugar secreto de oração. Ela aguarda todos os dias para lhe envolver com a sua paz. Ela lhe guiará, lhe capacitará e lhe dará paz. E dará a você orientação detalhada quanto ao seu lar, ao seu trabalho e quanto aos seus relacionamentos.
O seu quarto em secreto pode estar em qualquer lugar - embaixo do chuveiro, no ônibus ao ir para o seu emprego, enquanto aguarda para ser substituído em seu trabalho. Você pode se fechar para tudo mais que existe e dizer: Senhor, agora eu tenho meia hora. Jesus, eu te amo e te adoro. Vou usar este tempo para os meus segredos contigo!
É maravilhoso se prender a Deus, desenvolvendo uma vida de oração consistente. Deus promete que quando você se torna um servo que O busca, um servo de oração, a presença dEle brota em sua vida - fechando e abrindo portas e produzindo a ordem divina em torno de você. Contudo, algo ainda maior do que isto acontecerá: a presença de Deus lhe levará à uma revelação de Sua glória!
Há uma diferença entre a presença de Deus e a Sua glória. A maioria dos cristãos conhece a Sua presença - as Suas grandes obras em suas vidas - mas poucos conhecem a Sua glória. Em Êxodo, temos um vislumbre desta diferença: Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo (Êxodo 40: 34).

Paulo diz que o corpo de todo crente é o tabernáculo de Deus: Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (I Cor. 3: 16). Assim como os israelitas viviam sob a nuvem da presença de Deus, estamos constantemente embaixo da cobertura da graça de Deus. Porém, qual é a diferença entre contemplar a presença de Deus e contemplar a Sua glória?

OS PAIS ENSINAM PELO EMPENHO

“Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho...”
Dt 6.7-9

Criar filhos não é tarefa fácil. Demanda esforço e perseverança. O exemplo é o fundamento do ensino, mas não substitui o ensino. Os pais precisam inculcar na mente dos filhos a verdade. Inculcar é um trabalho extenuante. É falar e tornar a falar. É ensinar e tornar a ensinar. É repetir à exaustão as mesmas coisas. Os pais precisam ter versatilidade e criatividade no ensino. Precisam ensinar na informalidade da vida. Assentar, andar, deitar e levantar são ações que resumem a dinâmica da vida. É nessa dinâmica que o ensino precisa estar presente.

Mais do que isso, os pais precisam lançar mão de recursos visuais para fixar na mente dos filhos a verdade divina. Precisam atar na mão e colocar como frontal entre os olhos. 
O conteúdo do ensino precisa ser escrito nos umbrais da casa e nas portas. Para todos os lados que os filhos se voltarem, e em qualquer atividade que se lançarem, a palavra de Deus será inculcada em sua mente.

Pais omissos ou preguiçosos não darão conta de tão gigantesca missão. Criar filhos para a glória de Deus demanda tempo, esforço e abnegação. De todas as tarefas da vida, esta é uma das mais sublimes e árduas. Que os pais não abdiquem de tão nobre missão, para que seus filhos andem em suas pegadas e aprendam a amar a Deus. (Extraído do site LPC)

Referência para leitura: Deuteronômio 6.7-15

OS PAIS ENSINAM PELO EXEMPLO

“Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração” Dt 6.6

O teólogo alemão Albert Schweitzer disse que o exemplo não é apenas uma forma de ensinar, mas a única maneira eficaz de fazê-lo. Os pais precisam amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de toda a força. Essa verdade precisa estar no coração dos pais. Só então, eles estarão credenciados para inculcar nos filhos esse benfazejo ensino. Os pais são o espelho dos filhos. O espelho não grita; demonstra. Não fala; revela. 
O espelho, para ser útil, precisa ser limpo e iluminado.

De igual forma, a vida dos pais precisa ser pura e iluminada pela verdade. Um espelho embaçado ou envolto em trevas não pode refletir corretamente a imagem. A vida dos pais é a vida do seu ensino. Não criamos filhos com belos discursos; educamo-los com vida irrepreensível. Não inspiramos os filhos a amarem a Deus dando-lhes preceitos e mais preceitos, mas demonstrando a eles nosso amor por Deus e nosso apego à sua palavra.

Não motivamos nossos filhos a serem integrados na igreja se nós mesmos não somos engajados. Não matriculamos nossos filhos na escola da integridade, se eles veem em nós lampejos da desonestidade. A vida dos pais é a vida do seu ensino. 
O exemplo não é um mero recurso pedagógico na criação dos filhos, é o único instrumento capaz de inspirá-los a viverem de modo digno. (Extraído do site LPC)

Referência para leitura: Deuteronômio 6.1-6

OBEDIÊNCIA TRAZ HONRA AOS FILHOS

“Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço” 
Pv 1.9

Os filhos que honram os pais e os obedecem são bem-aventurados na vida. A obediência é o caminho seguro da longevidade e da prosperidade. Essa disposição de obediência livra os filhos de muitos perigos e adorna a vida deles com muitas honras. O sábio compara essa obediência a um diadema sobre a cabeça e a um colar no pescoço. As imagens falam de honra e beleza. A obediência aos pais traz honra aos filhos, além de tornar a vida deles mais suave, mais bela e mais feliz.

A obediência aos pais não apenas protege os filhos de perigos mortais, companhias nocivas e lugares escorregadios, mas, também, toma-os pela mão para levá-los a um lugar alto de segurança, a um jardim engrinaldado de felicidade e a uma sala adornada de honra. Filhos, escutem seus pais! Honrem seus pais! Os pais são autoridade de Deus em sua vida. Rejeitar essa autoridade é insurgir-se contra o próprio Deus.

Você quer ser bem-aventurado na vida, escute seus pais! Você quer fazer um casamento feliz, escute seus pais! Você quer ser bem-sucedido em sua vida profissional, escute seus pais! Você quer viver de forma maiúscula e superlativa, escute seus pais! Você quer agradar o coração de Deus, escute seus pais! A obediência aos pais é o caminho mais seguro para uma vida bem-sucedida! (Extraído do site da LPC)

Referência para leitura: Provérbios 1.1-9 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

23 Argumentos a favor da Veracidade Histórica da Ressurreição de Jesus:

1. As narrativas da ressurreição têm as características de uma verdade histórica:

As narrativas da ressurreição mostram sinais inconfundíveis de serem historicamente precisas. A narração dos primeiros relatos, numa altura em que havia testemunhas hostis presentes, teria a tornado uma história inverossímil, improvável e perigosa. 

As narrações concordam nos principais fatos e mostram uma grande variedade de testemunhas, contudo não são uma mera repetição de alguma história estandardizada a qual todas as discrepâncias foram solucionadas. De fato, os relatos dos aparecimentos do Cristo ressuscitado são claramente independentes um do outro, como sugerem as suas diferenças superficiais. No entanto, uma análise mais profunda, revela que estas aparências não são contraditórias. Henry Morris escreve:

Trata-se de uma bem conhecida regra de provas de que os testemunhos de várias e diferentes testemunhas, cada um dos quais relata desde seu particular ponto de referência, fornecendo a maior evidencia possível, quando os testemunhos contem contradições superficiais que resolvem-se mediante um exame estreito e cuidadoso. Esta é exatamente a situação com as várias testemunhas da ressurreição.

2. A vida e o ministério do Apóstolo Paulo são um forte testemunho da ressurreição:

Na altura em que Paulo conheceu o Cristo ressuscitado, ele era um fervoroso antagonista da fé Cristã. Um homem erudito, não era fácil persuadi-lo de nada que parecia contrário a, ou incoerente com as tradições Mosaicas. Poderia ser dito que ele teria sido a última pessoa na terra que aceitaria a ideia de um Messias crucificado e ressuscitado, com base nas expectativas judaicas da época. O fato de que ele tornou-se tão plenamente convencido da ressurreição de Cristo ao ponto de ter dedicado sua vida completamente a seu Senhor ressuscitado é uma poderosa evidência da realidade da ressurreição. Canon Kennett escreve:

Passados alguns poucos anos da data da crucificação de Jesus, a evidencia da ressurreição de Jesus era, na mente de pelo menos um homem educado [o Apóstolo Paulo], absolutamente irrefutável.

3. O sepulcro vazio é um fato histórico aceitado

Nenhum respeitado historiador do Novo Testamento dúvida do fato histórico de que o sepulcro no qual Cristo foi colocado após sua crucificação estava vazio. Portanto, só há três explicações para isso. Os seus inimigos tomaram o corpo, seus amigos tomaram corpo, ou Jesus foi levantado dentre os mortos. A primeira possibilidade é extremamente improvável, porque seus inimigos certamente teriam exibido o seu corpo se eles tivessem podido, a fim de humilhar a seus discípulos, calar os rumores da sua ressurreição, bem como para cortar qualquer novo movimento religioso que ameaçasse as suas tradições Mosaicas.

É igualmente pouco provável que seus amigos tenham levado seu corpo, porque depois da sua crucificação, eles estavam profundamente decepcionados e desanimados e não acreditavam que ele seria ressuscitado. É absurdo pensar que nestas condições eles iriam inventar um esquema em que roubariam o corpo e depois inventariam uma história que obviamente não acreditavam.

4. Os discípulos eram judeus devotos

Os discípulos eram judeus que assumiam seriamente os seus privilégios e obrigações Judaicas. Por isso, é impensável que eles tivessem sido parte do inicio uma nova religião para benefício pessoal. Para um Judeu do primeiro século, um ato de tal índole era equivalente a mentir contra o Deus de Israel, como Paulo argumenta em 1 Coríntios 15:12-19 (onde ele chamou isto "considerados falsas testemunhas," contrariamente a um dos Dez Mandamentos). Para um Judeu do primeiro século, mentir contra Deus e perverter Sua revelação significava arriscar a salvação e uma futura participação no Reino Messiânico. Tal pessoa arriscaria a retribuição divina por alguns poucos anos de prestígio como líder de uma nova religião? A resposta só pode ser um enfático não.

5. O testemunho das mulheres

A presença das mulheres no sepulcro é uma forte evidência de que o registo bíblico é verdade. As mulheres não tinham praticamente nenhuma credibilidade no primeiro século da cultura judaica, e seu depoimento em um tribunal de lei era considerada de nenhum valor. Por exemplo, se um homem era acusado de um crime que só tinha sido testemunhado por mulheres, ele não podia ser condenado com base na declaração delas. Se o relato da ressurreição de Jesus fora uma fábula adicionada mais tarde em uma tentativa para autenticar o Cristianismo, porque é que as mulheres neste relato são as primeiras a vê-lo e testemunharam que o sepulcro estava vazio, a menos que realmente tivesse acontecido dessa forma? Se as mulheres testemunhavam acerca de sua ressurreição e logo os discípulos masculinos negavam-lha, eles não ficariam bem vistos, e estes homens foram os primeiros líderes da Igreja Cristã. Uma história inventada e acrescentada mais tarde pela Igreja teria feito que os seus primeiros líderes tiveram uma melhor imagem.

6. A propaganda Judia pressupõe o sepulcro vazio e ausência do corpo

As autoridades Judaicas do Templo pagaram aqueles que tinham visto o sepulcro vazio para mentir e dizer que os discípulos tinham roubado o corpo, e incluso assassinaram muitos daqueles que pregaram sobre sua ressurreição. Com um incentivo tão poderoso para esmagar o novo movimento, eles teriam feito o impossível para mostrar o corpo morto de Jesus se isto fosse possível. O fato de que não lhe fizeram foi porque não puderam, porque ele tinha ressuscitado.

7. Seus inimigos teriam feito aparecer seu corpo para silenciar aos crentes

Se ele não ressuscitou dos mortos, o que aconteceu com seu corpo? Se os seus inimigos roubaram-lhe e nunca lho mostraram abertamente, isso teria incentivado os mesmos rumores de ressurreição que eles estavam muito ansiosos de evitar. Mas a prova decisiva de que seus inimigos não levaram o corpo é que eles certamente lhe teriam mostrado rapidamente com grande alarde, porque teriam feito qualquer coisa para desacreditar a história. Como William Lane Craig argumenta:

"Isto é evidência histórica da mais alta qualidade, desde que não vem dos cristãos mas dos mesmos inimigos da fé cristã."

8. O sepulcro não foi venerado

Se Jesus não estava ressuscitado, porque é que não existe um registro dos seus discípulos venerando o seu sepulcro como tão frequentemente acontece com os líderes religiosos? Embora Deus proibisse isto, a prática continua entre os Israelitas, ao ponto de que o Próprio Deus fez desaparecer os corpos de Moisés e de Elias porque se não o fizesse, seus seguidores venerariam os seus sepulcros.

9. Um historiador não cristão testemunha em apoio da ressurreição

Josephus, o historiador Judeu do primeiro século, escreveu sobre Jesus Cristo e o crescimento do cristianismo da seguinte maneira:

“E quando Pilatos, à sugestão dos principais homens entre nós, tinha-o condenado à cruz, aqueles que lhe amaram desde o princípio não lhe abandonaram, pois apareceu vivo novamente perante eles no terceiro dia, como os divinos profetas tinham predito estas e dez mil outras coisas maravilhosas a respeito dele. E a tribo dos cristãos, chamada assim devido a ele, não está extinta até este dia.”

Embora alguns tentassem negar este confirmado testemunho secular chamando-o fraudulento, isto é pouco provável porque os escritos de Josephus foram bem recebidos na altura que foram escritos, tanto por Judeus e Romanos. Ainda ele foi feito cidadão Romano honorário.

Não há registro de qualquer objeção a esta passagem pelos primeiros detratores do Cristianismo, e se isto tivesse sido uma posterior inserção fraudulenta aos escritos de Josephus, este fato teria sido debatido abertamente na literatura do dia. Devido a isto não acontecer, o silêncio dos críticos é a condenação para sua causa.

10. Não existem explicações alternativas nas primeiras fontes não bíblicas

Nas primeiras fontes históricas, não existe nenhuma explicação alternativa para o crescimento da Igreja Cristã que intente dar a "verdadeira" história. No caso de que a história tivesse sido inventada, certamente algum crítico ou "ex-cristão" descontente teria tentado tal explicação alternativa. Mas a única explicação adequada para o crescimento da Igreja que tenha sido alguma vez dada, é que os primeiros Cristãos acreditavam que Jesus tinha sido levantado dentre os morto.

11. Os registros bíblicos das aparições depois da ressurreição, apresentam um testemunho unificado

Os quatro evangelhos e o Apóstolo Paulo apresentam um testemunho das dez aparições depois da ressurreição. Esses registros são harmoniosos e não se contradizem, portanto o peso da prova está sobre aqueles que dizem que eles não dizem a verdade.

As dez aparições depois da ressurreição, em sua provável ordem, são as seguintes:

1. A Maria Madalena (Marcos 16:9; João 20:11-18)
2. As outras mulheres (Mateus 28:8-10)
3. A Pedro (Lucas 24:34; 1 Cor. 15:5)
4. Aos dois homens no caminho de Emaús (Marcos 16:12; Lucas 24:13-35)
5. Onze dos discípulos (exceto Tomé - Lucas 24:33-49, João 20:19-24)
6. Aos doze uma semana depois (João 20:24-29; 1 Cor. 15:5)
7. A sete discípulos à margem do mar de Tiberíades (João 21:1-23)
8. A quinhentos seguidores (1 Cor. 15:6)
9. A Tiago (1 Cor. 15:7)
10. Aos doze na ascensão (Atos 1:3-12)

12. A ideia do novo corpo de Cristo era um conceito totalmente estranho

Os discípulos tinham bastante dificuldade para acreditar que Cristo morreria e logo seria levantado, e nunca teriam sequer concebido a idéia de que o Messias teria um corpo diferente. É virtualmente inconcebível que os primeiros Cristãos inventaram tal história, que ainda hoje soa como ficção científica para muitos dos que duvidam.

13. Os estudiosos e historiadores modernos admitem que existem fortes indícios da ressurreição do seu corpo

JP Moreland confirma isto e cita outros estudiosos:

Quase nenhum dos estudantes do Novo Testamento nega hoje que Jesus apareceu a um certo número de seus seguidores após a sua morte. Alguns estudiosos interpretam isto como alucinações subjetivas ou visões objetivas dadas por Deus e que não eram visões de um ser físico. Mas ninguém nega que os crentes tiveram algum tipo de experiência. O cético estudioso do Novo Testamento Norman Perrin admitiu: 
"Quanto mais estudamos a tradição no que diz respeito às aparições, mais firme começa parecer a rocha na qual elas estão baseadas." 
Dunn, professor da divindade na Universidade de Durham, Inglaterra, concorda: 
"É quase impossível contradizer o fato de que nas raízes históricas do Cristianismo encontram-se algumas experiências oculares dos primeiros Cristãos, que as interpretaram como aparições de Jesus, levantado por Deus dentre os mortos."

Thomas Arnold, ex-professor de História em Rugby e Oxford, e um dos maiores historiadores do mundo, fez a seguinte declaração sobre a evidência histórica para a ressurreição de Jesus Cristo:

Eu não sei de um fato na história da humanidade, que tenha sido provado por melhores e maiores evidências de todo tipo, conforme o entendimento de um indagador imparcial, do que o grande sinal que Deus nos tem dado de que Cristo morreu, e ressuscitou dentre os mortos.

Simon Greenleaf, uma das mentes jurídicas mais altamente respeitadas, jamais visto na América. Ele foi um especialista em as leis da evidência, e fundador da Escola de leis de Harvard. Ele analisou os relatos da ressurreição de Cristo nos Quatro Evangelhos em termos da sua validade como prova testemunhal objetiva, e concluiu:

“Por conseguinte, era impossível que eles pudessem ter persistido na afirmação das verdades que tinham narrado, se Jesus não tivesse realmente ressuscitado dos mortos, e se eles não tivessem conhecido este fato com tanta certeza como qualquer outro fato.

14. A convicção dos seus seguidores na ressurreição

Aqueles que primeiro publicaram a história de que Jesus tinha ressuscitado dos mortos, acreditavam que ela fosse um fato. Eles não só apoiavam sua fé com o fato do sepulcro vazio, mas sobre o fato de que eles próprios tinham visto Jesus vivo após o seu enterro. Ele não foi visto uma ou duas vezes, mas, pelo menos dez vezes registradas, e não só um de cada vez, mas em grupos de dois, sete, dez, onze, e quinhentos.

15. O martírio dos seus seguidores por sua crença na ressurreição

Os crentes do primeiro século predicaram e agiram com convicção acerca da verdade da sua ressurreição, muitos deles mesmos morreram por causa de sua crença. Se seus amigos tinham roubado o corpo para fazerem crer que ele havia ressuscitado, eles saberiam que estavam acreditando em uma mentira, e os homens não tornam-se mártires por aquilo que sabem ser falso.

16. O testemunho unânime das testemunhas oculares, as quais não podiam ter sido todas enganados ou iludidas

Alguns críticos dizem que os primeiros Cristãos tiveram uma visão ou uma alucinação de Cristo após a sua morte, da mesma maneira como as pessoas de hoje afirmam ter "visto" o ícone pop Elvis Presley. Poderia ter sido uma visão eufórica? Um sonho? Uma fantasia de uma imaginação excitada? Talvez fosse uma aparição? Nenhum destes é nada provável, pois diferentes grupos de pessoas não têm em conjunto a mesma alucinação. 500 pessoas em uma multidão não poderiam sonhar o mesmo sonho, ao mesmo tempo. Alguns apologistas Cristãos modernos têm defendido que é irrelevante se Cristo foi levantado fisicamente ou não, porque o seu "espírito" foi ter com Deus. Deus então, supostamente, deu aos seguidores de Cristo uma "visão" de Cristo como quem continua a viver "espiritualmente" ao lado de Deus. No entanto, tal conceito místico e espiritualista não teria satisfeito a mente Hebraica dos discípulos, que acreditavam que os mortos estavam mortos ate que fossem levantados em uma ressurreição corporal e física. Além disso, teriam colocado a fé Cristã sobre uma base subjetiva e mística sem base histórica, o que não explicaria o energético testemunho dos discípulos da ressurreição corporal de Cristo.

17. A incredulidade dos discípulos sobre a sua ressurreição

Com exceção de José de Arimatéia, os seguidores de Jesus não acreditavam que ele iria morrer e logo ressuscitaria. Eles não estavam esperando o acontecimento, e quando aconteceu, a princípio eles não acreditaram. Consideraram ser uma "história sem sentido" (Lucas 24:11). Não acreditaram até que tiveram que fazê-lo, quando foram diretamente confrontados pelo Senhor ressuscitado. Henry Morris escreve:

“Uma coisa é certa: os discípulos não poderiam ter inventado a história da ressurreição de sua própria imaginação. Pelo contrário, de alguma maneira, eles não conseguiram antecipá-lo, mesmo após de tanta abundância de preparação profética para a mesma, tanto das Escrituras como de Cristo. Levou as mais fortes evidências para convencê-los de que efetivamente tinha acontecido.”

18. A ideia de um Messias ressuscitado foi para os judeus um engano e para os Gregos um absurdo.

A imagem de Jesus não estava em conformidade com os conceitos correntes do que seria o Messias (um governante teocrático que libertaria Israel da opressão Gentil) e teria sido difícil convencer outros de sua verdade. Os gregos, com a sua doutrina da imortalidade da alma, criam que a ideia de uma ressurreição corporal era absurda e desnecessária (Atos 17:32). Se os discípulos tivessem inventado um acontecimento ou uma doutrina em torno da qual edificar uma nova religião, teriam estado mais em conformidade com as expectativas “Standards” da época.


19. Só poderia ter saído do sepulcro unicamente pela ressurreição

A teoria do "desvanecimento" propôs que Jesus não estava realmente morto quando ele foi sepultado. Mas, nesse caso, fraco e esgotado, envolto em pesados envoltos mortuários, ele dificilmente poderia ter-se movido, e muito menos remover a pedra pesada da porta e sair fora do sepulcro. Além disso, as autoridades romanas tinham fechado a porta, e mesmo se tivesse podido mover a pedra, os guardas o teriam arrestado novamente, e ainda o humilhado mais. Como não há registro de tal evento, não deve ter acontecido, porque seus inimigos teriam aproveitado muito esse bizarro acontecimento.

20. A própria existência e o crescimento da Igreja Cristã não faz sentido se ele não tivesse ressuscitado

Alguns críticos dizem que a ressurreição foi um posterior agregado à história de Cristo, inventada anos mais tarde pela Igreja para glorificar um herói morto. Mas sabe-se, a partir de registros históricos fora das Escrituras, que a seita conhecida como Cristãos começou a existir, no reinado de Tibério, e que a coisa que os fez existir foi sua crença de que Jesus tinha ressuscitado dos mortos.

A ressurreição não era uma posterior adição à fé Cristã, mas a própria causa e o incentivo para ela. Eles baseavam sua fé, não em registros históricos, mas na aquilo que tinham visto com seus próprios olhos. Os registros foram o resultado de sua fé, e não a causa do mesmo. O Cristianismo depende do fato histórico da ressurreição de Cristo, sem ela a fé na sua totalidade fora uma fraude. Se não houvesse ressurreição, não teria havido Novo Testamento, e não teria havido Igreja Cristã.

21. Os discípulos não tinham ganhado nada se inventavam uma história e começavam uma nova religião

Seus seguidores enfrentaram dificuldades, ridicularização, hostilidade, e a morte dos mártires. Em virtude disso, eles nunca poderiam ter mantido tal motivação inquebrantável se eles soubessem que o que estavam pregando era uma mentira. A religião teve a sua recompensa para eles, mas essas recompensas vieram de uma sincera crença de que o que eles estavam vivendo era verdade.

22. O testemunho unânime dos primeiros líderes Cristãos

Se o sepulcro vazio e a ressurreição foram uma invenção, por que não, pelo menos um dos discípulos separou-se do resto e iniciou a sua própria versão do Cristianismo? Ou por que não, pelo menos um deles revelou que a afirmação era uma mentira? As autoridades do Templo estavam dispostas a pagar bom dinheiro a qualquer pessoa que fornecesse tal informação. Ou se o dinheiro não fora suficientemente sedutor, que tal com a possibilidade de provar que a ressurreição era uma mentira, a fim de aleijar os discípulos para que seguissem algum empreendedor futuro líder de culto? A história tem demonstrado que esse papel é um rol popular, e esta teria sido uma oportunidade de ouro. Sem as sólidas e convincentes provas da ressurreição, a continuação da unidade dos primeiros líderes Cristãos é inexplicável à luz da tendência do ser humano de querer promover-se a si mesmo. A suposição de que eles estavam todos comprometidos com a verdade de sua mensagem é a única explicação adequada para sua contínua unidade e o fato de que nunca se revelou que tivera havido uma fraude. Aqueles que mentem para benefício pessoal não se mantém juntos por muito tempo, especialmente quando as dificuldades são maiores que os benefícios.

23. Nenhuma das explicações alternativas propostas para a ressurreição tem credibilidade

À luz da evidência do sepulcro vazio, as aparições depois da ressurreição e o surgimento da Igreja Cristã, uma pessoa razoável deveria concluir que a ressurreição de Jesus Cristo é um fato histórico bem estabelecido. Em uma corte de justiça, tal evidência seria obrigatoriamente certa, a menos que se pudesse apresentar evidências contraditórias para introduzir "uma dúvida razoável." Mas todas as explicações e teorias alternativas são extremamente duvidosas e contrarias a qualquer conclusão lógica.

Por isso, os Cristãos estão a ser racionais, sensatos, e plenamente consistentes com o senso comum quando baseiam sua fé sobre este acontecimento histórico bem estabelecido. Não só há convincentes evidências históricas para apoiar a crença, mas para aqueles que acreditam é prometido esplêndidos benefícios no futuro. De acordo com Bíblia, a única promessa certa da vida eterna para a humanidade, tanto a nível individual e coletivo, depende da crença na ressurreição de Jesus Cristo. Como Halley escreve:

"Que Grande glória espalha sobre a vida humana esta simples crença. A nossa esperança de ressurreição e a vida eterna é baseada, não em uma suposição filosófica sobre imortalidade, mas num fato histórico."


Texto do nosso irmão Diego Fortunatto

terça-feira, 3 de maio de 2016

Eu desejo Senhor, a tua presença!

Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai, do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra. Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite em seus corações mediante a fé; e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor, possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus. Efésios 3:14-19

Temos que nos ajoelhar como família de Deus e pedir para que Deus nos fortaleça com seu poder através do Espírito Santo, para que Cristo habite em nós para que sejamos enraizados e alicerçados em amor, porque só assim compreenderemos a largura, o comprimento a altura e profundidade do amor de Cristo, e assim conheceremos as  suas gloriosas riquezas e toda plenitude de Deus.
Quando o Senhor Jeová manda que Moisés construa a Arca do Senhor, Ele diz que a sua PRESENÇA iria com o povo. Então a Arca do Senhor representava a presença do Senhor no meio do povo. A palavra SHEKINAH é hebraica que significa PRESENÇA, então a SHEKINAH não é a GLÓRIA DO SENHOR, pois a palavra hebraica para ela é KAVOD.
OBEDE-EDOM desejou a presença de Deus em sua casa. A Bíblia diz que quando no meio do caminho uma catástrofe
 acontece com um homem da tribo de Judá, filho de Abinadabe, chamado Uzá, o rei Davi deixa de levar a arca a coloca em uma casa que estava a beira do caminho que levava à Jerusalém.
OBEDE significa servo, que é o mesmo que escravo. Quando o rei Davi assumiu o reinado em Israel, logo ele DECIDE BUSCAR A Arca do Senhor que estava há muitos e muitos anos, longe de seu lugar, estava na casa de  Abinadabe, homem que tinha dois filhos, Uzá e Aiô e estes, levam a arca de forma errônea, e Uzá toca na Arca e é fulminado pela presença de Deus, onde suas entranhas são expostas diante de todos. Então o rei Davi para  no caminho e todos ficam amedrontados com o ocorrido e Davi diz uma frase que devemos repetir todos os  dias de nossa humilde vida: COMO TRAREI A MIM A ARCA DO SENHOR? Que traduzindo para nossos dias seria:  COMO TRAREI A MIM A PRESENÇA DO SENHOR?

Davi dá uma olhada de lado e vê uma tapera, uma casinha de pau-a-pique, e como uma fumaça saia da chaminé, Davi viu que alguém estava em casa. O rei Davi lhe conta o ocorrido a Obede-Edom e lhe informa sobre A ARCA DO SENHOR.  Talvez se fosse eu ou você, ao sabermos de que Deus matou Uzá só por tocar na Arca nem toparíamos isso. Mas mesmo assim Obede-Edom aceita e recebe a Arca do Senhor. Antes de sair o rei Davi lhe informa que logo que pudesse voltaria para recuperar a Arca, pois ela era a presença de Deus, a Shekinah do Senhor, e Obede-Edom concorda. Então o rei e toda sua comitiva, toda sua orquestra, voltam para Jerusalém, tristes e cabisbaixos, pois não puderam levar a presença de Deus e em suas mentes a pergunta continuava a soar cada vez em tom mais alto: COMO TRAREMOS A NÓS A SHEKINAH DO SENHOR? A Arca do Senhor, a Presença de Jeová, ficou na casa de um casal pobre, humilde, que morava à beira da estrada. O que Davi e todo o povo não sabiam era que Deus tinha um plano na vida de  Obede-Edom. Então lemos no verso 14 que por três meses a arca ficou na casa de Obede-Edom e Deus abençoou  tudo, tudo, mas tudo o que Obede-Edom possuía.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

'A Arca da Aliança' (Ex 25:10-22)

Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo Sacerdote poderia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca estava no centro do acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.
Ex 25:10-22 "Também farão uma arca de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-á de ouro puro; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de ouro ao redor; E fundirás para ela quatro argolas de ouro, e as porás nos quatro cantos dela, duas argolas num lado dela, e duas argolas noutro lado. E farás varas de madeira de acácia, e as cobrirás com ouro. E colocarás as varas nas argolas, aos lados da arca, para se levar com elas a arca. As varas estarão nas argolas da arca, não se tirarão dela. Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei. Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel."
Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei. Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel."
A arca era um baú de madeira retangular (madeira de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. Tendo 2,5 côvados de comprimento por de 1,5 côvados de altura (1,15 x 0,70 m) tinha uma moldura de ouro, ou coroa ao redor do topo (no hebraico¸ uma palavra diferente da usada para a beira do altar de incenso).
A arca estava no chão sujo do Santo dos Santos, com suas quatro argolas de ouro onde as varas de ouro eram inseridas, e mantidas ali, em posição de partida.

A Arca da aliança era onde justiça de Deus, o seu juízo para o pecado eram satisfeitos. Existem quase 200 referências no Antigo Testamento sobre a Arca. Aqui estão alguns nomes mencionados nas Escrituras para a Arca da Aliança:

Seus Nomes
Ex 25:22 " E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel."
Js 3:6 " E falou Josué aos sacerdotes, dizendo: Levantai a arca da aliança, e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a arca da aliança, e foram andando adiante do povo."
Js 3:13 " Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a arca do SENHOR, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão amontoadas."
1Sm 5:7 " Vendo então os homens de Asdode que assim foi, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus."
2Cr 6:41 " Levanta-te, pois, agora, SENHOR Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó SENHOR Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem."
2Cr 35:3 " E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao SENHOR: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao SENHOR vosso Deus, e ao seu povo Israel."
Sl 78:60-61 " Por isso desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda que estabeleceu entre os homens. E deu a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo."

Seu Conteúdo
1) as 2 tábuas de pedra (Os 10 Mandamentos)
É importante notar que a arca continha as duas tábuas do Decálogo (os Dez Mandamentos). Lembrando que Deus tinha feito uma aliança com Israel, mas o seu povo tinha quebrado. Por sua graça, Deus renovou a aliança, e ordenou que o registro (as tábuas de pedra) deveriam ser depositados na santa arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da arca. Mas os 10 Mandamentos foram armazenados dentro da própria arca.
Ex 25:16 " Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei."
2) um pote de ouro contendo um ômer de maná (Hb 9:4)
Também foram colocados dois outros artigos dentro da arca. Um deles era um pote contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb. 9:4) como um memorial da provisão de Deus:
Ex 16:32-33 " E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do SENHOR, para guardá-lo para as vossas gerações."
Também era um tipo de Cristo que era o Pão Vivo que desceu de céu:
Jo 6:50-51 " Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo."
3) depois eles colocaram a vara de Arão que floresceu (Num 17)
O terceiro artigo colocado era a vara de Arão que da qual saíram brotos, floresceu e frutificou amêndoas maduras em uma única noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9:4).
Num 17:7-8 " E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR na tenda do testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas."

Um Tipo de Cristo
A Arca da Aliança era uma figura de Jesus Cristo. A madeira de Acácia fala da humanidade incorruptível de Jesus. Ele era 100% homem. O próprio Deus se tornou carne e sofreu as agonias da experiência humana. Ele foi tentado, Ele se cansou, Ele teve sede, Ele teve que aprender as Escrituras, aprender a obediência, aprender a ouvir a voz de Deus, e foi conduzido pelo Espírito como homem. A madeira de Acácia nos fala que Ele era 100% homem, e o puro ouro que revestia a madeira nos fala que Ele era 100% Deus. Jesus disse "a menos que crerdes que eu SOU que vós morrereis em vossos pecados". Ele usou as mesmas palavras (Heb. eheyay asher aheyay) usadas quando o Senhor falou a Moisés na sarça ardente. O Messias judeu não era em nada diferente do próprio Jeová visitando o seu povo, e se tornando Seu salvador, morrendo pelos pecados do mundo, e isso é a etimologia do nome Jesus (Heb. Y'shua 'Yaweh se fez salvação'). Jesus condenou os líderes religiosos por não reconhecerem "o tempo da sua visitação ".
coroa de ouro ao redor do topo da arca fala do Senhor Jesus Cristo como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Jesus superou o ataque da oposição contra Ele toda a Sua vida pelos líderes religiosos, a aristocracia judaica, a própria Roma, e até mesmo todo o poder do inimigo. Ele superou plenamente a morte, e ressuscitou triunfalmente e foi coroado de gloria e honra, porque Ele é o Rei. De acordo com João, era Jesus que Isaías viu assentado no trono de glória com os anjos clamando 'Santo, Santo, Santo.'
As tábuas de pedra (a Lei) diante de Jesus mostra que Ele cumpriu perfeitamente a Lei e fez toda a Vontade de Deus. A Bíblia diz que Ele "não cometeu nenhum pecado, nem falha alguma foi achada em sua boca". Jesus sentiu a pressão da tentação e toda a sua intensidade, porém, Ele nunca pecou. Até mesmo o Seu olhar, e o tom da Sua voz, refletiam as mesma perfeição da santidade do próprio Deus. A vara de Arão que floresceu, fala de Jesus. Como algo que havia morrido e sobrenaturalmente voltou à vida. Jesus disse, "eu sou a ressurreição e a vida ". O pote dourado com o maná fala de Jesus como o Pão da Vida - a Palavra de Deus -, que desceu do céu para alimentar o mundo que jazia em escuridão e morrendo de fome.
Tudo aponta para Jesus. Até mesmo as varas douradas falam da vida eterna, do Salvador sempre presente, que está conosco em todas as nossas jornadas, e nunca nos deixará nem nos abandonará. Se examinar toda a história da arca, você descobrirá ainda mais semelhanças com o ministério de Jesus, nosso Senhor:
A arca foi diante do povo -  Jesus foi à frente deles:
Jo 10:4 " E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz."
A arca estava no meio do povo de Deus - Jesus está no seu povo:
Jo 14:20 " Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.
As pessoas deviam seguir a arca - Nós devemos seguir a Jesus:
Lc 5:27-28 " E, depois disto, saiu, e viu um publicano, chamado Levi, assentado na recebedoria, e disse-lhe: Segue-me. E ele, deixando tudo, levantou-se e o seguiu."
E sem parar, a arca sempre era a primeira para os conduzir. Trazendo morte a todos os inimigos de Deus. A arca trazia bênçãos e maldições.
Is 53:2 " Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos."
Is 9:6 " Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."
Jo 1:14 " E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."
Mt 5:17 " Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir."
1Pe 2:22 " O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano."
Gal 4:4 " Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,"
Jo 11:25 " Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;"
Jo 6:32 " Disse-lhes, pois, Jesus: Na verdade, na verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu."
Jo 1:1 " NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus."
Jo 1:14 " E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."

Jejum e Oração abriu a porta!

  “Vá, reúna todos os judeus que estão em Susa e jejue por mim … eu e os meus assistentes jejuaremos como você” (Ester 4:16). A rainha Ester...